Em face da notícia veiculada em 12.03.10, o Ex-Grão-Mestre da Grande Loja Maçônica do Piauí, Ernani Napoleão Lima, concedeu entrevista ao Blog dando conta de que foi contatado por fonte ligada ao piauiense, no sentido de que divulgasse entre maçons, amigos e fãs a situação fática por que passa o artista.
Ernani disse haver se comunicado por telefone com o cantor, que se encontra em Recife e confirmado a veracidade da notícia. Ato contínuo, entrou em contato com o Grão-Mestre da Grande Loja Maçônica de Pernambuco, Dimas José de Carvalho, de quem é amigo pessoal. Dimas disse conhecer Miller e se mostrou sensibilizado para fazer-lhe uma visita.
Ernâni avisa a todos aqueles - maçons, amigos e fãs – que se mostrem disponíveis e queiram colaborar financeiramente, poderão fazê-lo mediante depósito bancário, de qualquer valor, em conta do cantor e maçom. Para maiores informações poderão enviar e-mail para ernaninapoleao@gmail.com ou comunicar-se através do telefone (86)9981-2953.
Junte-se a essa corrente de solidariedade humana.
Continuam a chegar e-mails, telefonemas e manifestações de elogios e congratulações em torno da Sessão “Mística” de campo, realizada no último dia 6 na serra de Santo Antonio (Campo Maior).
O local, o temário e o formato das apresentações são os principais alvos das referências elogiosas, em relação à sessão.
Citam-se como melhores momentos:
• Abertura, pelo Venerável Fernando Miranda;
• Participação interativa, inclusive das damas maçônicas, com destaque para Julieta, esposa do obreiro Luís Carlos, ao acender a vela mística da criação, representando o início da vida e proferir a bela oração:
“Que esta chama permaneça sempre acesa para a iluminar a inteligência dos homens, com vistas ao cumprimento, com dignidade, da missão que Deus lhes confiou, no sentido de perpetuar a espécie humana, em perfeita e harmônica parceria com a mulher, alicerçada com o cimento místico do amor, da tolerância e da compreensão”.
• Apresentação da crônica-tema “O Segredo da Montanha”, pelo Past Grão Mestre Ernâni, intercalada com músicas ao vivo e o encerramento ao som da Ave Maria de Shubert.
Assim se pronunciou o Venerável Mestre da Loja “Costa Araújo nº 3”, de Campo Maior, Antonio de Pádua Aragão:
PARABENIZAMOS A IDÉIA DA SESSÃO MÍSTICA DE CAMPO NA SERRA SANTO ANTONIO, NA PESSOA DO VENERÁVEL FERANDO MIRANDA DA A.R.L.S.MONGES DO TIBETE E IRMÃOS ORGANIZADORES, PAST GRÃO MESTRE ERNANI – NARCISO - LUÍS CARLOS - LUIS RAIMUNDO E JOSÉ NEIVA, DENTRE OUTROS.
Obreiros das Lojas maçônicas “Pátria e Liberdade nº 2”, de Teresina; “Francisco Correia nº 7”, de Parnaíba, “Fraternidade de Pedro II nº 9”, de Pedro II e “Luz e Justiça nº 10”, de Piripiri, presentes ao ato, demonstraram interesse em realizar sessões da espécie em suas cidades, por entenderem que esse tipo evento motiva e instrui a comunidade maçônica, servindo, ainda, de instrumento de integração com a família e com os simpatizantes da Instituição. Dirigentes de Lojas do Grande Oriente do Brasil-Piauí, por sua vez, externaram sentimentos idênticos.
Vítima de um Acidente Vascular Cerebral (AVC) passa mal, em Recife (PE), o cantor piauiense Roberto Miller, natural da cidade de Piracuruca, localizada no norte do Estado a 196Km da Capital Teresina.
Nascido em 17.02.37, Miller recebeu, na Pia Batismal, o nome de José Ribamar da Silva. Iniciou a carreira astística em 1955, na rádio Timbiras de São Luís do Maranhão. Posteriormente migrou para o Rio de Janeiro e fez grandes sucessos, a nível nacional.
Em seus shows sempre divulgava enaltecia o nome do Piauí.
Gravou cerca de 50 LPs e 18 CDs. Foi laureado com seis discos de ouro. Seu fâ clube o denomina de "o romântico pingo de ouro do Brasil". São seus grandes sucessos, dentre outros, as baladas românticas “Entre espumas”, “Numa mais brigarei contigo”, “Luz negra”, “velha moça” e “Farrado de calçado”.
Em 2002 ocorreu um fato inusitado. No livro paradidático “Educação sem Fronteiras”, um especial sobre arte popular, editado pelo Governo do Estado do Piauí, Miller foi citado como morto: “morreu ainda jovem e é lembrado com carinho pela sua contribuição à arte”
Indignado com fato, o cantor assim se expressou durante um show realizado em Teresina, em 2007:
“Há uns tempos eu havia notado que minha média de shows tinha caído. Eu vivia com a agenda cheia e de repente caíram para dez apresentações por mês”.
E continuou com o seu desabafo:
“É muito difícil chegar a um valor. Imagine a quantidade de shows que perdi nos últimos cinco anos porque pensavam que eu tinha passado para o outro lado?”
Roberto Miller teria iniciado na Maçonaria, na Loja “Deus e Milagres nº 45”, da jurisdição da Grande Loja Maçônica do Ceará, na cidade de Milagres, situada na região sul daquele Estado, a 487Km da Capital Fortaleza.
Ha notícias de que as condições de saúde e financeira do cantor não são nada alvissareiras.
Com uma vasta programação, a Loja Maçônica "Luz e Justiça N° 10", da cidade de Piripiri, localizada a 150Km de Teresina, Capital do Estado do Piauí, celebrará 40 anos de fundação, começando no próximo dia 18, com uma sessão magna, no Templo da Loja, com início às 19:30 horas. No sábado, dia 20/03, ocorrerá Cerimônia no BNB Clube daquela cidade, começando às 20:00 horas, com abertura solene; apresentação de "Luz é Vida; Justiça, Amor", por Ernâni Napoleão Lima, Past Grão Mestre da Grande Loja Maçônica do Piauí; seguida de "Cerimônia das Luzes", por DeMolays e “Cerimonial Especial, por Filhas de Jó. Haverá, ainda, entrega de condecorações, terminando com Jantar Dançante.
O Venerável da Loja Jailson Oliveira de Araújo e sua equipe estão bastante empenhados para o sucesso do evento.
A Loja em festa, foi fundada no dia 18 de março de 1970, sob a jurisdição da Grande Loja Maçônica do Piauí, na gestão do então Grão-Mestre Antonio de Araújo Chaves. Hoje, tem um quadro de membros efetivos de 29 maçons.
Os organizadores já estão enviando convites a autoridades civis e maçônicas, a maçons de Lojas do Piauí, no total de 150 convidados
Aconteceu no último sábado, dia 06.03.10, a anunciada Sessão Mística de Campo, a céu aberto, na serra de Santo Antonio, próxima à cidade de Campo Maior, localizada a 84Km de Teresina, Capital do estado do Piauí, patrocinada pela Loja “Monges do Tibete Nº 27”, da jurisdição da Grande Loja Maçônica do Piauí.
A cerimônia, que teve a duração de 50 minutos, foi iniciada às 18:00 horas, em um cenário totalmente natural, iluminado por fogueiras e tochas simbolicamente dispostas, ao estilo medieval, em uma plataforma rochosa da serra, à altura de 100 metros, aproximadamente, em relação ao nível do mar.
Fizeram-se presentes cerca de duzentas pessoas, entre maçons e convidados especiais. Além de maciça representação das Lojas maçônicas de Campo Maior: “Costa Araújo” e “Araújo Chaves” (Grande Loja) e Fraternidade Campomaiorense (Grande Oriente do Brasil-Piauí), para ali se deslocaram comitivas de maçons de Parnaíba, Pedro II, Piripiri e Teresina. Houve, também, a participação de obreiros da “Loja Independência nº 1”, do Oriente de São Luís, Capital do Maranhão.
A presença feminina deu um toque todo especial ao evento.
Da programação constou:
1. Abertura, pelo Venerável Fernando Miranda, da Loja patrocinadora;
2. Leitura de texto bíblico, pelo Orador da Loja, Luís Carlos;
3. Cerimonial dos 4 elementos: Terra, Água, Ar e Fogo (participação interativa);
4. Simbologia do 5º elemento: a Vida (participação especial da dama maçônica Julieta);
5. Crônica-Tema “O Segredo da Montanha”, pelo Past Grão-Mestre Ernâni Napoleão;
6. Apresentação de peças musicais: “Acácia Amarela”, de Luiz Gonzaga, por Juarez Napoleão e “Serra da Boa Esperança”, de Lamartine Babo, por Rejane Napoleão;
7. Oração de conclamação à felicidade, ao som de Ave Maria de Shubert;
8. Encerramento, pelo Venerável.
Após a sessão, todos foram recepcionados pelo casal Luís Carlos Martins Alves e Julieta, na sede da fazenda “Jatobazal”, situada no sopé da serra, com um lauto jantar, regado a finas bebidas. Música de excelente qualidade alegrou o ambiente. O casal anfitrião ditou fidalguia e bom gosto.
Entre o período de 1948, ano de sua fundação, até março de 1986, a Grande Loja Maçônica do Piauí foi regida, por similaridades, por uma Constituição “importada” de outra Grande brasileira, feitas algumas adaptações às peculiaridades locais.
Em 1985 a cúpula diretiva da Instituição, sentindo a necessidade de um diploma jurídico próprio e abrangente, capaz de contemplar os anseios de toda a comunidade maçônica piauiense vinculada à Grande Loja, resolveu constituir uma Comissão de alto nível para elaboração e desenvolvimento do projeto.
Decorrido quase um ano de exaustivas pesquisas, debates nas bases e recepção de emendas de Lojas e de obreiros, o Projeto foi sistematizado e submetido a votação, em dois turnos, no dia 22.03.86, por uma Assembléia Constituinte especialmente convocada para o mister. Recebeu aprovação integral, após a apreciação de democráticos DVS (Destaques para Votação em Separado).
O projeto contemplou os seguintes diplomas: Constituição (totalmente nova), Regulamento Geral, Código Penal Maçônico, Código de Processo Penal Maçônico e Código Eleitoral Maçônico.
A nova Carta maçônica foi promulgada no mesmo dia de sua aprovação, pelo então Grão-Mestre Ernani Napoleão Lima, para vigência imediata.
As demais leis (códigos) foram sancionadas no dia 24.03.86.
A atual Constituição, ao longo de sua vigência, recebera três emendas básicas, todas precedidas de amplo debate e votadas em dois turnos, na forma da lei.
Ao tempo em que aqueles valorosos maçons constituintes de 1986 celebram os 24 anos de plena e efetiva vigência do instrumental jurídico-maçônico por eles concebido, por outro lado externam inquietações com relação às recentes alterações introduzidas na Carta maior, desprovidas de estudos e debates mais aprofundados, gerando, segundo afirmam, ambigüidades, obscuridades e contradições, inconvenientes que poderão vir a proporcionar, no futuro, recorrências ao Judiciário comum.
A propósito, informa o Past Grão-Mestre Ernani Napoleão Lima que, ao ensejo da comemoração do 24º aniversário de vigência da Constituição por ele promulgada, editará um opúsculo de referência ao feito, instruído com comentários alusivos.
Conforme anteriormente já anunciado, o mundo maçônico estará, no período de 10 a 15 de julho próximo, com as atenções voltadas para a cidade de Belém capital do estado do Pará. É que ali se realizará a XXXIX Assembléia Geral da Confederação da Maçonaria do Brasil (CMSB), com a participação de delegações das Grandes Lojas de todos os estados do Brasil e de representantes de Potências Maçônicas do exterior.
Veja-se trechos da mensagem de boas vindas emitida pelo Irmão José Nazareno Nogueira Lima, Grão-Mestre da Grande Loja anfitriã.
"Estamos extremamente orgulhosos e contentes em receber a Família Maçônica de todos os Estados Brasileiros e de vários Países do Mundo para abrilhantarem a XXXIX Assembléia Geral Ordinária da Confederação da Maçonaria Simbólica do Brasil – CMSB, que se realizará entre os dias 10 a 15 de julho de 2010, na cidade de Belém, promovida pela Grande Loja Maçônica do Estado do Pará.
Vem que o Pará te espera e o Grande Arquiteto do Universos te cobrirá com as luzes de sua sabedoria e nos protegerá durante a realização desse verdadeiro encontro da irmandade maçônica".
Conheça a programação geral:
10 DE JULHO – SÁBADO
19h Solenidade de Abertura – Centro de Convenções Hangar
Traje:
Maçom: Maçônico
Convidados: Passeio completo
22h Coquetel de Confraternização
Local: Hangar 1º Piso
DIA 11 DE JULHO – DOMINGO
GRÃOS-MESTRES
8h30 1ª Sessão Plenária – Sessão Preparatória
10h50 2ª Sessão Plenária.
SEMINÁRIO DOS SECRETÁRIOS DE RELAÇÕES EXTERIORES
8h30
1ª Sessão Plenária.
10h50 2ª Sessão Plenária
EVENTOS PARALELOS
Palestras
8h30 Tema: Amazônia sem desmatamentos e queimadas:
um horizonte possível?
Palestrante: Doutor Alfredo Kingo Oyama Homma –Universidade Federal de Viçosa (MG)
9h30 Tema: “Família – Apertando laços e desatando nós”
Palestrante: Dr. Alberto Almeida - Médico
10h50 Tema: Ritualística.
Palestrante: PGM.'. Washington Lucena Rodrigues – Grande Loja do Estado do Pará
DIA 12 DE JULHO – SEGUNDA-FEIRA
GRÃOS-MESTRES
8h30 3ª Sessão Plenária
10h50 4ª Sessão Plenária (Continuação)
14h 5ª Sessão Plenária
SEMINÁRIO DOS SECRETÁRIOS DE RELAÇÕES EXTERIORES
8h30 3ª Sessão Plenária.
10h50 4ª Sessão Plenária
APRESENTAÇÃO E DEBATES – TESES
8h30 Início dos Trabalhos
10h50 Continuação dos Trabalhos
EVENTOS PARALELOS
Palestras
8h30 Tema: Cidadania e Maturidade Social
Palestrante: Ir.'. Túlio Roberto Cei. – Grande Loja do Estado do Pará
9h30 Tema: Segurança Nacional da Amazônia
Palestrante: Gal. Ex. Augusto Heleno
10h50 Tema: A Ética Maçônica na Sociedade Contemporânea.
Palestrante: Ir.'. Océlio Moraes – Grande Loja do Estado do Pará
DIA 14 DE JULHO – QUARTA-FEIRA
GRÃOS-MESTRES
8h30 6ª Sessão Plenária
10h50 7ª Sessão Plenária
14h30 8ª Sessão Plenária
SEMINÁRIO DOS SECRETÁRIOS DE RELAÇÕES EXTERIORES
8h30 5ª Sessão Plenária.
10h50 6ª Sessão Plenária.
APRESENTAÇÃO E DEBATES – TESES
8h30 Inicio dos Trabalhos
10h50 Continuação dos Trabalhos
EVENTOS PARALELOS
Palestras
8h30 Tema: A Família e Sociedade
Palestrante: Dra. Célia Filocreão – (Promotora de Justiça)
9h30 Tema: Maçonaria Ontem e Hoje
Palestrante: PGM.'.-Ir.'. Alberto Godin Hermes – Grande Loja do Estado do Pará
10h50 Tema: Questões Jurídicas nas Atividades Maçônicas
Palestrante: I.'. Ademar de Souza Freitas – Juiz Federal de Mato Grosso do Sul
DIA 15 DE JULHO – QUINTA-FEIRA
GRÃOS-MESTRES
8h30 9ª Sessão Plenária
10h50 10ª Sessão Plenária
SEMINÁRIO DOS SECRETÁRIOS DE RELAÇÕES EXTERIORES
8h30 3ª Sessão Plenária.
10h50 4ª Sessão Plenária (Continuação).
APRESENTAÇÃO E DEBATES – TESES
8h30 Apreciação e votação do Relatório do Seminário dos Grandes Secretários de Relações Exteriores.
EVENTOS PARALELOS
Palestras
8h30 Tema: Reinserção da Maçonaria no Poder
Palestrante: Ir.'. Ricardo Albuquerque – Grande Loja do Estado do Pará
9h30 Tema: Inicio da Maçonaria e do Rito Escocês
Palestrante: PGM.'. Wilson Filomêno – Grande Loja de Santa Catarina
Salas dos Eventos no Centro Convenções Hangar:
1. Sessões plenárias dos Grãos-Mestres: Sala “Pará”
2. Seminários dos Secretários de Relações Exteriores: “Salão Marajó II”
3. Palestras: Auditório
4. Debates de Teses: Salão Marejó”
Programação Social
DIA 11 DE JULHO – DOMINGO
15h Encontro de damas maçônicas
Local: Estação das Docas.
19h Recepção das delegações visitantes, por Lojas da Grande Loja anfitriã.
DIA 12 DE JULHO – SEGUNDA-FEIRA
12h Reunião das Esposas dos Grãos – Mestres.
Local: Magal das Garças
20h
Peça: Ver de Ver-o-Peso
Local: Teatro da Paz
DIA 13 DE JULHO – TERÇA-FEIRA
8h30 City Tour:
-Cultural
-Histórico
-Ecológico
13h Almoço - Crurrascaria
Noite Livre – Sugestões: Estação da Docas, Casa das Onze Janelas, Mangal das Garças, Parque da Residência.
DIA 14 DE JULHO – QUARTA-FEIRA
19h Jantar típico
Local: Assembléia Paraense
Traje: Esporte Fino
DIA 15 DE JULHO – QUINTA-FEIRA
9h Tour de compras para damas maçônicas
Tarde Livre
19h
Baile de Encerramento
Local: Assembléia Paraense.
Traje: Passeio Completo
Tomou posse em 15.01.2010 o novo Grão-Mestre da Muito Regular Grande Loja de Pernambuco, o respeitável Irmão Dimas José de Carvalho, que na vida profana exerce a nobel profissão de médico.
Grandes Lojas de 20 estados brasileiros, representadas pelos respectivos Grãos-Mestres prestigiaram a cerimônia. Também se fez presente toda a direção da Confederação da Maçonaria Simbólica do Brasil (CMSB), com sede em Brasília (DF).
Dimas já exercera o Grão-Mestrado daquela Potência Maçônica no período de 2000 a 2003. O povo maçônico pernambucano, em reconhecimento à sua profícua administração, achou por bem reconduzi-lo ao elevado cargo.
Na maçonaria a longevidade administrativa, ao contrário das perniciosas repetições nas administrações públicas, é sinal de maturidade e credibilidade. A experiência é considerada uma virtude maçônica.
Exemplo clássico acontece com a Grande Loja Unida da Inglaterra (UGLE), cognominada a Grande Loja Mãe, cujo Grão-Mestre, Sua Alteza Real o Duque de Kent, Edward George Nicholas Paul Patrick, eleito em 1967, ainda hoje se encontra no poder, mercê de sucessivas reeleições anuais.
A estável e cônscia maçonaria inglesa de vangloria de poder contar com um dedicado Grão-Mestre por mais de 40 anos.
Consoante já fora divulgado nesta coluna, a Loja Maçônica “Monges do Tibete nº 27”, de Teresina, jurisdicionada pela Grande Loja do Piauí, realizará uma sessão “branca” de campo, a céu aberto, na serra de Santo Antonio, próximo à cidade de Campo Maior, a 84 Km de Teresina. Veja-se a programação do evento:
AGENDA
Data: 06.03.10
Local: Serra de Santo Antonio – fazenda Jatobazal - a 15 quilômetros da cidade.
Traje: Esporte, para ambos os sexos. (preferencialmente: calça jeans, camiseta branca
e tênis).
Horários:
16:30h, concentração, com saída, em comitiva, da cidade de Campo Maior (Complexo
Cultural “Valdir Fortes”, às margens do açude grande);
17:30h, chegada ao local;
18:00h, início da cerimônia. Tema: “O Segredo da Montanha” (textos e reflexões
alusivas aos mistérios da natureza);
19:00h, encerramento do ato.
Parte II – “Uma Noite na Fazenda”
19:30h, recepção dos convidados, na sede da fazenda “Jatobazal”, próxima ao local,
pelo casal proprietário, seguida de serviços de iguarias e bebidas compatíveis
com a ocasião, ao som de músicas do repertório “Pé-de-Serra”.
23:00h, retorno à cidade.
A cidade de São Luís, capital do estado do Maranhão, será palco de grande evento maçônico a se realizar no período de 25 a 27.03.10. Trata-se da comemoração do 50º aniversário de fundação da Grande Loja Maçônica daquela Unidade da Federação brasileira.
A Grande Loja Maçônica do Estado do Maranhão (GLEMA), com endereço na rua 44, quadra 59, nº 23, bairro Bequimão, foi fundada em 27.03.1960, pelas Lojas “Independência nº 01”, de São Luís, “Deus e Caridade nº 2”, de Codó e “Lauro Sodré nº3”, de São Luís, com outorga de Carta Constitutiva conferida pela Grande Loja do Estado do Pará.
A GLEMA atualmente é dirigida pelo Grão-Mestre Raimundo Nonato Santos Pereira.
O Supremo Conselho do Rito Escocês Antigo e Aceito da Maçonaria para a República Federativa do Brasil, com sede no estado do Rio de Janeiro, se associa à efeméride para festejar, por sua vez, o 181º aniversário de fundação, deslocando a sua cúpula diretiva para a capital maranhense.
Cerca de mil convidados, do Brasil de do exterior, estão sendo esperados.
Toda a programação será realizada no Centro de Convenções “Pedro Neiva de Santana”, localizado na Av. Jerônimo de Albuquerque, s/n, Sítio Rangedor, Altos de Calhau.
Serão oferecidas às damas maçônicas oportunidades de city tour, passeio pela orla marítima e almoço em restaurante da Av. Litorânea (27.03).
Jantar dançante selará o encerramento das comemorações.
Vitimado por um enfarto, faleceu no dia 18.01.10 o cidadão comum José Walter Ibiapina, da cidade de Campo Maior (PI), a 84 Km de Teresina, capital do estado.
A considerar os acontecimentos do cotidiano, seria, no máximo, motivo de notícias nas páginas do obituário da mídia.
Todavia, se levar em conta os atributos virtuosos da pessoa, o fato ganha outras dimensões.
Zé Walter, como popularmente era conhecido, integrava um grupo restrito da sociedade, considerado em extinção, que ainda tem compromissos com os seus semelhantes. Fala-se aqui de uma sociedade amplamente perversa, egoísta e desumana, hoje dominante, em regra desprovida de valores éticos e morais. De outra parte, fala-se também de compromissos desinteressados, solidários e espontâneos. Fala-se de solidariedade humana. Esses desideratos faziam-se presentes em seu perfil. Dioturnamente estava disponível para servir. Homem simples, de hábitos modestos. Se a vida não lhe sorriu com os louros ilusórios da fortuna, foi-lhe imensamente generosa com a boa índole que lhe concedu, virtude que, indelevelmente, marcou a sua trajetória terrena.
Com seu jeitão “brejeiro”, de humor fácil, ora ingênuo ora involuntariamente satírico, tinha sempre pronta uma frase alegre e desconcertante para driblar os momentos de angústia e as situações adversas, nunca se deixando abater pela desesperança. Por um lapso de vigilância, não conseguiu driblar a morte, que traiçoeira e covardemente o surpreendeu de guarda aberta e que, ao perpetrar a sandice, com certeza depois for chorar com pena, como diz os versos da canção.
Se, na vida profissional de auxiliar em serviços de saúde, faltou-lhe a formação acadêmica, por outro lado sobrou-lhe experiência, comprometimento e dedicação, ingredientes que lhes proporcionaram respeito, confiança e admiração, tanto pelos pacientes a quem prazerosamente atendia, quanto pelos doutores da área que o conhecia.
A comprovação de tudo que está sendo dito e de muito mais, foi demonstrada na cerimônia de seu funeral. No velório, na missa de corpo presente e no sepultamento, gente de todos os matizes vieram lhe prestar póstumas homenagens. Dentre aqueles que lhes eram mais próximos, os sentimentos chegaram à beira da comoção. Era comum se ouvir a frase: “não quero acreditar. O Zé Walter não podia morrer”. Ele, efetivamente, não morreu. Apenas nos privou, por algum tempo, de sua presença material. Sua memória será eterna. “A gente se vê” no próximo capítulo da vida.
“Zé Walter” tinha outra face da vida não muito conhecida. Era maçom. Ingressou nos augustos mistérios da Ordem, em Campo Maior, sua terra natal, na Loja Maçônica “Mestre Araújo Chaves nº 12”, da Grande Loja. Posteriormente, ao fixar residência em Teresina, filiou-se à Loja “Monges do Tibete nº 27”, também da Grande Loja. Ali, dentre outros cargos, desempenhou, como ninguém, o de “Hospitaleiro”, mercê de sua vocação de bem servir, aliada o espírito de verdadeiro irmão. Sempre encontrava tempo e disposição para levar um lenitivo àqueles que sofriam, especialmente aos enfermos.
Na qualidade de Mestre Maçom Constituinte, representando a sua Oficina, deixou o seu “Ne Varietur” (assinatura) na Constituição da Grande Loja Maçônica do Piauí, aprovada pelo Soberano Grande Conselho, em sessões de dois turno, realizadas em 22.03.1986. Aquela Carta Maior da Instituição piauiense, fruto do abnegado trabalho de uma Comissão de Sistematização composta de notáveis maçons, ainda hoje se encontra em pleno vigor, tendo servido, inclusive, de subsídio para o aprimoramento de Constituições de outras Grandes Lojas co-irmãs.
Zé Walter também recebeu o reconhecimento da comunidade maçônica. Veneráveis, ex-Veneráveis e maçons em geral compareceram às suas exéquias.
A Loja Maçônica “Monges do Tibete nº 27”, de Teresina, da jurisdição da Grande Loja do Piauí, realizará no dia 06.03.10, nas encostas da serra de Santo Antonio, a 15 quilômetros da cidade de Campo Maior (PI), uma sessão mística de campo, a céu aberto. Título do episódio: “O Segredo da Montanha”.
PRECEDENTES
Este tipo de evento, de caráter extraordinário, não integrante da grade “curricular” das sessões regulamentares das Oficinas simbólicas, tem precedentes em Lojas do sul do país, que costumam promover reuniões da espécie. No Piauí, já foram realizadas, com grande sucesso, quatro edições: Três nas cercanias de Campo Maior e uma nas proximidades da cidade de Picos.
O QUE SÃO SESSÕES DE CAMPO
As sessões de campo têm relação com o culto ao naturalismo e seus fenômenos. São estimuladas e orientadas por maçons regulares, filiados às correntes de pensamento das escolas “Mística” e “Oculta” da maçonaria universal. A escola “Mística” tem como objeto de estudo os mistérios da Ordem. Aborda o lado espiritual e o desenvolvimento interior do homem. A exegese desta Escola focaliza a interpretação dos símbolos. Diz-se até que o misticismo é a união consciente com Deus. Quanto à escola “Oculta”, conforme aqui já foi mencionado em outra oportunidade, estuda o lado desconhecido da Natureza e se preocupa em desvendar os poderes naturais inerentes ao ser humano, ainda adormecidos.
COMO FUNCIONAM
São realizadas ao ar livre, em altiplanos afastados dos centros urbanos, previamente preparados, que permitam um contato direto com a natureza. Neste cenário natural deverão estar presentes os quatro elementos: terra, água, fogo e ar. O horário ideal é o da tarde/noite, entre as 18:00 e 19:00 horas, preferencialmente em noites claras, que possibilitem uma boa visão do firmamento, pontilhado de suas constelações estrelares, tudo a favorecer um clima de paz e harmonia, propício às grandes reflexões. O conteúdo programático é constituído de textos, preces e palestras.
PÚBLICO ALVO
Além dos maçons, participam dessas cerimônias as damas maçônicas, familiares e convidados especiais, dentre estes estudiosos de temas alusivos.
PROGRAMAÇÃO
Oportunamente será divulgada a programação da sessão de 06.03.10.
Repercutiu positivamente no meio maçônico a oportuna e elogiável atitude de fraternidade explícita praticada pelo médico e maçom Fares José Lima, Venerável Mestre da Loja “Sol Nascente” de Parnaíba (PI), jurisdicionada pela Grande Loja do Piauí, ao providenciar a imediata remoção do também maçom José Cláudio Liberato, para Teresina, que, em estada naquela cidade litorânea, de repetente se sentira mal no último dia 11. Liberto, ao chegar à Capital, conduzido em ambulância especialmente destinada para tal finalidade, foi internado em um hospital local. Graças ao tempestivo atendimento médico e à assistência prestada por seus familiares, amigos e irmãos maçons, obteve rápida recuperação e passa bem.
Cláudio Liberato é Mestre Maçom regular, filiado à Loja “Independência”, de Teresina, da Grande Loja. É detentor de um vasto prontuário nas lides maçônicas. É considerado um dos principais “construtores” da atual sede da Grande Loja Maçônica do Piauí. Desempenhou, durante longos anos, com competência e honradez, o importante cargo de Grande Secretário das Relações Interiores. A lealdade constitui uma de suas principais virtudes.
E por falar em fraternidade, merece reprise o seguinte conceito anteriormente publicado neste Blog:
Não devemos confundir fraternidade com caridade, especialmente se esta for praticada sob a expectativa de recompensa pessoal ou de expiação de culpa.
A caridade espontânea exprime um estado de espírito momentâneo, não menos nobre mas que se encerra com a prática do ato. De outro passo, a fraternidade tem características multifacetárias, de caráter permanente, abrangendo diversos aspectos da vida em sociedade. Uma palavra, um gesto, uma ação, a gratidão, o reconhecimento e o compartilhamento de idéias, dentre outras virtudes, são atos de fraternidade. O egoísmo, o individualismo e o personalismo são práticas que se contrapõem a este desiderato maior da Ordem maçônica.
A palavra “lema” origina-se do grego (lémma), que significa, algo recebido, dádiva, presente.
Na linguística contemporânea “lema” poderá ser conceituado, sinteticamente, como um conjunto de vocábulos, frase, ou frases, que expressem um ideal, o qual poderá ser de pessoa, de grupos sociais, de país ou nação.
Os lemas, quando adotados por países ou organizações da sociedade, exprimem valores filosóficos, sociológicos e culturais comuns, que justificam uma ação comum.
Neste sentido diversos são os lemas de domínio público, como por exemplos: 1. “Ordem e Progesso”, adotado pela República Federativa do Brasil; 2. “In God We Trust” (Em Deus Confiamos), usado pelo Estados Unidos da América ou 3. “Libertas Quæ Sera Tamen” (Liberdade ainda que tardia), que ornamenta a bandeira do Estado de Minas Gerais, dentre tantos outros.
A Maçonaria universal adota em seu ideário a trilogia “Liberade, Igualdade e Fraternidade”, inspirado no lema da Revolução Francesa de 1789, (Liberté, Egalité, Fraternité), expressão de autoria atribuída ao filósofo Jean-Jacques Rousseau (1712-1778).
Na atual conjuntura, em que os reais objetivos das instituições são questionados, em especial os da Maçonaria, faz-se oportuno traçar um breve comentário sobre a aplicação, no cotidiano, de seu lema institucional.
LIBERDADE
Históricamente, liberdade constitui um direito natural do ser humano, proveniente da liberdade absoluta, praticada em seu eetado de natureza que, paulatinamente, evoluiu para o estado civil, regido pelo contrato social idealizado por Thomas Hobbes (1588-1679), contmplando a vontade da maioria.
Liberdade, em filosofia, significa a ausência de submissão, de servidão e de determinação, isto é, ela qualifica a independência do ser humano. De maneira positiva, liberdade é a autonomia e a espontaneidade de um sujeito racional. Isto é, ela qualifica e constitui a condição dos comportamentos humanos voluntários.
A partir desse corolário, a Liberdade maçônica não poderia ser diferente. A aplicação desse importante atributo democrático haverá de ser feita com critério, de modo a não privilegiar interesses particulares, bem como a não contrariar princípios éticos que possam comprometer a ação doutrinária da Instituição. Tal qual ocorre com o Estado Democrático do Direito, o dirgente maçônico deverá exercer sua função em perfeita consonância com o Contrato Social da Ordem, representado pela Constituição, leis e regulamentos, de forma a preservar a harmonia entre os jurisdicionados, tendo sempre presente o senso de conveniência e oportunidade. Romper com esses institutos seria quebrar um pacto de confiança.
IGUALDADE
Na Maçonaria, a idéia de igualdade tem uma relação direta com os direitos fundamentais do cidadão e com a dignidade da pessoa humana, tendo como escopo o sentido de justiça, em estreita cumplicidade com os cânones do humanismo.
FRATERNIDADE
Completando a trilogia, vem a fraternidade, um dos sentimentos mais nobre da humanidade, que, igualmente, merece ampliados estudos.
Não devemos confundir fraternidade com caridade, especialmente se esta foi praticada sob a expectativa de recompensa pessoal ou de expiação de culpa.
A caridade espontânea exprime um estado de espírito momentâneo, não menos nobre mas que se encerra com a prática do ato. De outro passo, a fraternidade tem características multifacetárias, de caráter permanente, abrangendo diversos aspectos da vida em sociedade. Uma palavra, um gesto, uma ação, a gratidão, o reconhecimento e o compartilhamento de idéias, dentre outras virtudes, são atos de fraternidade. O egoísmo, o individualismo e o personalismo são práticas que se contrapõem a este desiderato maior da Ordem maçônica.
Igualdade, da trilogia "Liberdade, Igualdade e Fraternidade", lema da Revolução Francesa adotado pela Francomaçonaria.
Diz-se, no senso comum, que igualdade é a ausência de diferenças entre dois ou mais entes comparados, sejam objetos, indivíduos, idéias, conceitos ou quaisquer outros elementos que se sejam passíveis de compração, sem levar em conta padrões valorativos.
No campo político, essa definição se amplia, contemplando, também, a ausência de diferenças entre direitos e deveres dos integrantes de uma e terminada sociedade.
Trata-se de uma conceituação muito simplória.
Falar de igualdade e desigualdade, sob a ótica de uma fundamentação sociológica e filosófica, no campo social, requer o desenvolvimento de estudos bem mais aprofundados.
Estudar a criação, a evolução e o comportamento do gênero humano exige abrangente e exaustivo trabalho de pesquisas sobre a história da humanidade, desde a imemorável pré-história até os nossos dias.
Filósofos, cientistas políticos e outros estudiosos do tecido social têm se dedicado, com afinco, à análise das relações interpessoais e do bem estar comum.
Neste sentido não há como desprezar os ensinamentos universais de Sócrates (470 a.C-399 a.C), Platão (427 a.C-347 a.C) e Aristóteles (384 a.C-322 a.C), da Grécia Antiga, bem com as teorias de Thomas Hobbes (1588-1679) e John Locke (1632-1704), filósofos ingleses; Charles-Louis de Secondat, o Barão de Monesquier (1688-1755) e Jean-Jaques Rousseau (1712-1778), fiósofos franceses.
A propósito, considera-se oporunto fazer alguns comentários sobre esses mestres do saber.
Sócrates, ele próprio, não deixou obras publicadas. Seus pensamentos filosóficos foram refletidos por Platão, Xenefonte e Aristófanes, principalmente. Sócrates considerava o belo, o bom e justo como as maiores virtudes. Acreditava que o bem estar comum somente seria obtido com a amizade e com a vida em comunidade, sem ambições por riquezas materiais, retratando em sua filosofia, portanto, o princípio da igualdade. Defendia o conhecimento, acessível ao homem na porporção de sua ignorância, como principal bem da vida.
Platão foi um dos principais discípulos de Sócrates. Produzia suas obas em forma de diálogos, dentre quais destaca-se a “República”. Os sonhos de uma vida harmônica e fraterna estão, implicidamene, ali expostas. Muito falou sobre justiça e, por via de consequência, em igualdade.
Aristóteles foi aluno de Platão. Emprestou grande contribuição para o conhecimento humano, com destaque para o estudo da ética, da política, da física, da metafísica, da lógica, da psicologia e da história natural, por exemplo. Em a Ética a Nicômaco, estabeleceu uma relação entre a idéia de igualdade à idéia de justiça: "A justiça nas transações entre os homens é uma espécie de igualdade, e a injustiça, desigualdade. A lei deve considerar apenas o caráter do delito e tratar as partes como iguais. Se uma comete, a outra sofre a injustiça: uma é autora, a outra, a vítima. A justiça corretiva será o intermediário entre a perda e o dano. O justo é um meio termo, pois é o juiz que restabelece a igualdade. O igual é intermediário entre a linha maior e a menor pela proporção aritmética”.
Thomas Hobbees
Hobbes foi um grande estudioso da natureza humana. Do homem solitário, em total liberdade e do homem social. Neste sentido expressou seus pensamentos em “O Leviatã”, considerada sua obra prima, referência comparativa entre o Estado e o monstro mitológico.
Breve comentário sobre o “Leviatã”.
Para Hobbes, os homens são iguais por natureza, tanto no que diz respeito às características e faculdades do corpo, quanto à dimensão espiritual. Todos têm a mesma capacidade de atingir seus objetivos e aspirações. Eventuais desigualdades de forças corporais entre contendores poderão ser compensadas pela astúcia e pelo engenho daqueles que se encontrem em nível de inferioridade física. Tornam inimigos, basicamente, pela desconfiança e pelo egoísmo.
A partir do momento em que os homens passam a almejar a mesma coisa, ou a mesma posição, ao mesmo tempo e no mesmo lugar, o que seria inexeqüível, com vistas a preservar a vida e/ou melhorar a sua qualidade, estabelece-se o conflito e a disputa para conseguir a supremacia.
“Desta igualdade quanto à capacidade deriva a igualdade quanto à esperança de atingirmos nossos fins”.
Pode-se deduzir que essa passagem do livro representa o momento em o homem deixa de se contentar apenas com aquilo que satisfaz as suas necessidades em nível eqüitativo com os seus semelhantes e desperta para a conquista de novos objetivos e novas aquisições, gerando um permanente estado de guerra.
Hobbes defende o poder comum como única maneira de estabelecer a lei e regular a sociedade, livrando os homens do fantasma onipresente da guerra, através do contrato, que consiste na consciência mútua de transferência de direitos e no pacto social que pressupõe a mútua aceitação das condições estabelecidas. Para Rousseau o poder supremo deriva-se de uma tomada de consciência dos homens, a partir de um entendimento de que a perpetuação da guerra seria inviável e excessivamente onerosa. A saída, portanto, seria a união de todos, em favor da defesa dos recíprocos interesses; do direito à propriedade e da não agressão, mediada por um poder supremo que os governasse.
Johm Locke
Johm Locke foi um pensador inglês, da dourina liberal. No campo político, defendia a necessidade de um governo centralizado com vista a controlar a ordem na vida em sociedade. Se declarava contrário às práticas políticas que se contrapusem às leis naturais universais. Era, portanto, um jusnaturalista e um intransigente defensor do direito à propriedade, sob argumentos teológicos. Teorizava que o mundo e o homem são frutos do trabalho divino. Neste sentido, defendia que toda riqueza que o homem fosse capaz de produzir, por meio de seus próprios esforços, seria, naturalmente, de sua propriedade.
Barão de Montesquier
Montesquier, aristocrata francês, de família nobre e formação iluminista, foi um filósofo, político e escritor. “O Espírito das Leis” contitui uma de suas principais obras. Destacou-se pelas lutas contra o absolutismo. Foi um dos artífices da Democracia. Pai da Teoria da Separação dos Poderes – Executivo, Legislativo e Judiciário - como forma de controlar e limitar o poder do Estado sobre os governados, com vistas a manter o equiíbrio. Vê-se aí presente, portanto, indícios do princípio da igualdade no campo político.
Jean-Jaques Rousseau
Rousseau, filósofo francês inicalmenmte citado, foi um grande estudioso do comportamento humano e sus interrelações. O “Contrato Social”, uma de suas principais obras, bem retrata esse seu pensamento sobre a vida em comum.
Isto posto, pode-se dividir o conceito de igualdade em dois grandes segmentos: igualdade material e igualdade formal. O primeiro diz respeito ao mundo real, tais como: força física, propriedade, riqueza, bens, poder, enquanto que o segundo está relacionado com aspectos fictos: direitos, deveres, ética, cidadania, etc.
Quanto ao fenômeno da desiguldade, em especial das desigualdades sociais, não há dúvidas de que têm a suas gêneses no egoismo e nas ambições exageradas do próprio homem.
A cada ciclo da história, na medida em que essas desiguldades se exarcebam, ocorrem as revoluçõese e as declarações universais dos direitos humanos, com vistas a restabelecer o equilíbrio social.
O mundo atual, regido pela globalização econômica e afetado pelo recrudecimento da viilência, encontra-se no ápice de um desses ciclos.
A Antiguidade.
Quando nasceu a música? Com certeza, na Pré-história, muito embora não se possa precisar onde e como surgiram as primeiras manifestações musicais.
O homem das cavernas dava à música um sentido religioso. Considerava-a um presente dos deuses e atribuía-lhe funções mágicas.
Contudo, segundo os atuais conceitos de música, essas tentativas de expressão eram demasiadamente pobres para se enquadrarem na categoria de arte musical. Mas, do ponto de vista histórico, elas tiveram uma importância enorme. Porque a sua rítmica elementar acompanhou o homem à medida que este se espalhava sobre a Terra, formando culturas e civilizações e evoluiu com ele, refletindo todas as transformações que a humanidade viveu até chegar aos nossos dias.
A Bíblia mostra que os judeus tinham a música como hábito. Davi fala sobre ela nos "Salmos", e diversas outras passagens bíblicas contêm menções a respeito.
Mas indiscutivelmente, foram os gregos que estabeleceram as bases para a cultura musical do Ocidente. A própria palavra música nasceu na Grécia, onde "Mousikê" significa "A Arte das Musas". Como os demais povos antigos, os gregos atribuíam aos deuses sua música, definindo-a como uma criação integral do espírito, um meio de alcançar a perfeição.
Idade Média.
Os grandes centros da Igreja - Bizâncio, Roma, Antioquia e Jerusalém - eram também os grandes centros da música, cada qual com sua liturgia musical particular.
No século IV, em Milão, Santo Ambrósio criou um estilo que tomou o seu nome - ambrosiano. Na mesma época, Santo Hilário compunha na França uma música de características diferentes - o chamado estilo galicano. E três séculos depois, na Espanha, Santo Isidoro seguiria uma terceira tendência - o estilo moçárabe.
Contudo, foi em Roma que se estabeleceram os padrões que deram ao canto litúrgico da Igreja Romana uma forma fixa.
A Renascença.
No clima da Renascença, a polifonia católica passava das igrejas para os salões da aristocracia. Os reformistas protestantes faziam o oposto, indo buscar entre o povo os seus temas musicais. Enquanto isso, os flamengos percorriam a Europa propagando o seu estilo, que fez nascer vários gêneros de canção (chanson, song e lied). Na França, Clément Janequin (1480-1558) não foi o único a sofrer a influência flamenga. Na Inglaterra, também, a escola dos virtuoses conquistou seguidores como William Byrd (1543-1623). O compositor Orlando de Lassus (1531-1594) viveu em vários países, de modo que é difícil saber onde conheceu a música dos flamengos. Mas não há dúvida de que ela transparece em suas obras, cuja expressividade sugere a crise espiritual do seu tempo.
A Renascença transformara a mentalidade européia, mudando radicalmente as suas concepções. Divindade: em seu lugar, agora estava o Homem. Reviviam os ideais artísticos da Antiguidade Clássica.
O Período Barroco.
A música do período Barroco acusou as conseqüências desse novo espírito. Os grandes coros polifônicos foram gradualmente substituídos pelo canto individual (homofonia) com acompanhamento instrumental. Buscava-se centralizar na voz de um único cantor a comunicabilidade musical. Em conseqüência, tornou-se hábito apoiar o cantor com os acordes de um instrumento (baixo contínuo). Era a melodia acompanhada.
Outro sinal da mudança dos tempos foi o retorno às grandes tragédias gregas cantadas, que conduziria, em seguida, ao desenvolvimento da ópera na Itália.
Georg Friederich Händel e Johann Sebastian Bach tinham muito em comum. Ambos nasceram em 1685, eram alemães e protestantes. Ambos dominavam magníficamente a arte da composição, criando peças em quase todos os gêneros da música vocal e instrumental. Ambos deram vida nova à polifonia que havia sido abandonada. E ambos conduziram o estilo barroco ao apogeu.
O Classismo.
Os classicistas não pretendiam que sua música fosse linguagem para cantar a religião, o amor, o trabalho, ou qualquer coisa. Buscavam dar-lhe pureza total, a fim de que o mero ato de ouvi-la bastasse para dar prazer. A perfeição da forma era o seu ideal estético. A abstração completa era o meio que viam para atingi-lo. E essa abstração eles obtiveram desenvolvendo a Sonata Clássica (ou Sonata-forma) e a Sinfonia.
O Romantismo.
A Revolução Francesa não mudou apenas o regime político da França. Abalou a Europa inteira e repercutiu em todo o mundo, sob a forma de um surto de liberalismo. Nos primeiros anos do século XIX, os Direitos do Homem, a democracia e a liberdade de expressão tomavam conta da mentalidade européia, modificando os seus critérios de valor.
Por toda parte o espírito religioso passava a um plano de fundo. Por toda parte a arte se desligava das amarras do passado. E pouco a pouco a música deixava os salões, pondo-se ao alcance do povo, apresentada nas casas de concerto. Os compositores passaram a colorir suas peças com produtos da cultura popular, mas o subjetivismo se impôs como a principal característica da música Romântica. A estilização ganhou um ar de defeito: diminuía a força da expressão individual.
O Modernismo.
As catástrofes sociais que abalaram o mundo na primeira metade do século XX mostraram o quanto era falso continuar fazendo música em termos de passado. Pesquisas rítmicas, o ressurgimento de formas musicais antigas para resultados modernos, o uso de várias tonalidades (politonalismo) ou de nenhuma (anatonalismo) não constituem mero exotismo. Simplesmente refletem, com a força do real, a verdade da nossa época.
A MPB - Música Popular Brasileira
Podemos dizer que a MPB surgiu ainda no período colonial brasileiro, a partir da mistura de vários estilos. Entre os séculos XVI e XVIII, misturou-se em nossa terra, as cantigas populares, os sons de origem africana, fanfarras militares, músicas religiosas e músicas eruditas européias. Também contribuíram, neste caldeirão musical, os indígenas com seus típicos cantos e sons tribais.
Nos séculos XVIII e XIX, destacavam-se nas cidades, que estavam se desenvolvendo e aumentando demograficamente, dois ritmos musicais que marcaram a história da MPB, o lundu e a modinha.
Na segunda metade do século XIX, surge o Choro ou Chorinho, a partir da mistura do lundu, da modinha e da dança de salão européia. Em 1899, a cantora Chiquinha Gonzaga compõe a música Abre Alas, uma das mais conhecidas marchinhas carnavalescas da história.
Já no início do século XX começam a surgir as bases do que seria o samba. Dos morros e dos cortiços do Rio de Janeiro, começam a se misturar os batuques e rodas de capoeira com os pagodes e as batidas em homenagem aos orixás. O carnaval começa a tomar forma com a participação, principalmente de mulatos e negros ex-escravos. O ano de 1917 é um marco, pois Ernesto dos Santos, o Donga, compõe o primeiro samba que se tem notícia : Pelo Telefone. Neste mesmo ano, aparece a primeira gravação de Pixinguinha, importante cantor e compositor da MPB do início do século XIX.
Com o crescimento e popularização do rádio nas décadas de 1920 e 1930, a música popular brasileira cresce ainda mais. Nesta época inicial do rádio brasileiro, destacam-se os seguintes cantores e compositores: Ary Barroso, Lamartine Babo (criador de O teu cabelo não nega), Dorival Caymmi, Lupicínio Rodrigues e Noel Rosa. Surgem também os grandes intérpretes da música popular brasileira: Carmem Miranda, Mário Reis e Francisco Alves.
Na década de 1940 destaca-se, no cenário musical brasileiro, Luis Gonzaga, o rei do Baião. Falando do cenário da seca nordestina, Luis Gonzaga faz sucesso com músicas como, por exemplo, Asa Branca e Assum Preto.
Enquanto o baião continuava a fazer sucesso com Luis Gonzaga e com os novos sucessos de Jackson do Pandeiro e Alvarenga e Ranchinho, ganhava corpo um novo estilo musical: o samba-canção. Com um ritmo mais calmo e orquestrado, as canções falavam principalmente de amor. Destacam-se neste contexto musical: Dolores Duran, Antônio Maria, Marlene, Emilinha Borba, Dalva de Oliveira, Angela Maria e Caubi Peixoto.
Em fins da década de 1950, surge a Bossa Nova, um estilo sofisticado e suave. Destaca-se Elizeth Cardoso, Tom Jobim e João Gilberto. A Bossa Nova leva as belezas brasileiras para o exterior, fazendo grande sucesso, principalmente nos Estados Unidos.
A televisão começou a se popularizar em meados da década de 1960, influenciando na música. Nesta época, a TV Record organizou o Festival de Música Popular Brasileira. Nestes festivais são lançados Milton Nascimento, Elis Regina, Chico Buarque de Holanda, Caetano Veloso e Edu Lobo. Neste mesmo período, a TV Record lança o programa musical Jovem Guarda, onde despontam os cantores Roberto Carlos e Erasmo Carlos e a cantora Wanderléa.
Na década de 1970, vários músicos começam a fazer sucesso nos quatro cantos do país. Nara Leão grava músicas de Cartola e Nelson do Cavaquinho. Vindas da Bahia, Gal Costa e Maria Bethânia fazem sucesso nas grandes cidades. O mesmo acontece com DJavan (vindo de Alagoas), Fafá de Belém (vinda do Pará), Clara Nunes (de Minas Gerais), Belchior e Fagner ( ambos do Ceará), Alceu Valença (de Pernambuco) e Elba Ramalho (da Paraíba). No cenário do rock brasileiro destacam-se Raul Seixas e Rita Lee. No cenário funk aparecem Tim Maia e Jorge Ben Jor.
Nas décadas de 1980 e 1990 começam a fazer sucesso novos estilos musicais, que recebiam fortes influências do exterior. São as décadas do rock, do punk e da new wave. O show Rock in Rio, do início da década de 1980, serviu para impulsionar o rock nacional.Com uma temática fortemente urbana e tratando de temas sociais, juvenis e amorosos, surgem várias bandas musicais. É deste período o grupo Paralamas do Sucesso, Legião Urbana, Titãs, Kid Abelha, RPM, Plebe Rude, Ultraje a Rigor, Capital Inicial, Engenheiros do Hawaii, Ira! e Barão Vermelho. Também fazem sucesso Cazuza, Rita Lee, Lulu Santos, Marina Lima, Lobão, Cássia Eller, Zeca Pagodinho e Raul Seixas.
A década de 1990 também é marcada pelo crescimento e sucesso da música sertaneja ou country.
Neste contexto, com um forte caráter romântico, despontam no cenário musical Chitãozinho e Xororó, Zezé di Camargo e Luciano, Leandro e Leonardo e João Paulo e Daniel.
O século XXI começa com o sucesso de grupos de rock com temáticas voltadas para o público adolescente. São exemplos: Charlie Brown Jr, Skank e J Quest. (Coletânea)
A música constitui uma das 7 ciências antigas da Maçonaria.
Origem do Conflito
Tudo começou com a promulgação da Bula In Eminenti Apostulatus Speculas, em 28.04.1738, pelo Papa Clemente XII, condenando a Maçonaria, porém sem uma motivação objetiva
.
Em 18.05.1751, o Papa Bento XIV promulgou a Bula Provida Romonarum Pontificum, da qual consta um resumo do documento de Clemente XII, oportunidade em que são enumeradas 6 razões para a condenação:
1) aceitação, pela Maçonaria, de adeptos de todos os credos;
2) obrigação da guarda de segredos;
3) exigência de juramento;
4) sanções canônicas ignoradas;
5) proscrição ou eliminação da Maçonaria em muitos países;
6) reprovação da Maçonaria, por homens prudentes e honestos.
O Iluminismo
Conforme registra a história, floresce no século XVIII a filosofia pós-renascentista do Iluninismo, que tem como núcleo o culto à razão e à experiência, em contraposição à exclusividade da verdade Divina revelada, pregada pela doutrina Cristã, até então dominante. Anunciava-se o alvorecer do “Século das Luzes”, sepultando a “Idade das Trevas”, nessa nova visão do mundo. Sendo a Maçonaria uma organização simpatizante dos princípios e dos ideais do Iluminismo nascente, é perfeitamente compreensível a ocorrência do recrudescimento dos ataques promovidos pela cúpula clerical a Instituição maçônica, chegando a 580 documentos pontifícios.
O Código Canônico de 1917
O primeiro Código do Direito Canônico foi promulgado em 1917, no qual ficou mantida a proibição de católicos se filiarem à Ordem Maçônica, sob pena da excomunhão taxativa.
O Código Canônico de 1983
Em 27 de novembro de 1983 entra em vigor o novo Código do Direito Canônico. Nesta edição, desaparece a excomunhão contra os maçons, bem como as proibições de que estes participem dos sacramentos da Igreja. O célebre cânon 2.335 (o da excomunhão) cedeu lugar ao cânon 1.374, com redação genérica, sem referência específica à Maçonaria. Ei-lo:
“Quem se inscreve em alguma associação que maquina contra a Igreja será punido com justa pena; e quem promove ou dirige uma dessas associações será punido com o interdito”.
Analistas do assunto interpretam esse abrandamento no Código como um sinal de aproximação entre o Clero e a Maçonaria. Obviamente, não se trata de uma pacificação consumada.
Posição do CNBB
Estudos publicados recentemente pela CNBB ainda indicam uma posição de inconciabilidade com a Maçonaria, especialmente no que concerne à ação doutrinária. Enquanto a Igreja pauta sua missão baseada na fé Divina, a Maçonaria continuaria a relegá-la a um segundo plano, dando ênfase à superação do homem pelo próprio homem, através do auto-aperfeiçoamento. Nada obstante, tais estudos não fecham a questão. Sinalizam com a continuidade do diálogo e do entendimento.
Posição da Maçonaria
Apesar da divisão administrativa da Maçonaria, em blocos e potências, hoje vivenciada, não se tem tido notícias de posicionamentos antagônicos à Igreja, que possam comprometer um salutar interrelacionamento. Apesar de ser uma Instituição agnóstica, a Maçonaria cultua a existência de um Ente Superior ao qual denomina de Grande Arquiteto do Universos e crê na imortabilidade da alma.
A maior crítica da Igreja diz respeito à ausência de referência a Jesus Cristo nos códigos e práticas maçônicas.
Igreja e Maçonaria têm missões distintas, embora amigáveis. Uma cuida da Fé e a outra da moral e da razão, portanto, esta não poderá ser catalogada como religião. São pré-requisitos para uma ideologia ser considerada religião: garantir, acreditar e converter.
A propósito, vejam-se trechos do romance “O Símbolo Perdido”, do escritor norte-americano Dan Brown, que não é maçom, recentemente lançado no Brasil, ao se reportar aos 3 pré-requisitos mencionados, fazendo um paralelo com a Maçonaria:
“...as religiões garantem a salvação; as religiões acreditam em teologia específica, as religiões convertem os não fiés. Mas a Maçonaria não se enquadra em nenhum desses três critérios, Os Maçons não fazem promessas de salvação, não têm uma teologia específica, nem tentam converter ninguém”.
Perguntado se a Maçonaria é antirreligiosa, em um diálogo na narrativa, responde:
“Pelo contrário. Um dos pré-requisitos para se tornar maçom é que você precisa acreditar em uma força superior. A diferença entre a espiritualidade Maçônica e uma religião organizada é que os maçons não impõem a esse poder nenhuma definição específica ou nomenclatura. Em vez de identidades teológicas definida como Deus, Alá, Buda ou Jesus, os maçons usam termos mais genéricos como Ser Supremo ou Grande Arquiteto do Universo. Isso possibilita a união de maçons de crenças diferentes”.
Assim, a partir do momento em que a Igreja entender e aceitar que os postulados maçônicos não são excludentes da doutrina Cristã, tudo ficará mais fácil.

O município de Fronteiras está localizado no sudoeste do Estado do Piauí, na microrregião do alto-médio Canindé, a 596Km de Teresina, Capital do Estado. A cidade foi fundada em 1938 e hoje conta com cerca de 15 mil habitantes. Detém um PIB per capta de R$ 10.84,77 (IBGE, 2003), considerado um dos mais elevado do estado.
MAÇONARIA SIMBÓLICA
A maçonaria foi instalada na cidade em 07.09.81, com a fundação da Loja Simbólica “Francisco Tomé da Frota nº 24”, jurisdicionada pela Grande Loja Maçônica do Piauí. Tem endereço na Av. 7 de setembro, 1223. Realiza sessões às sextas-feiras, com início às 19:30 horas. Pratica o Rito Escocês Antigo e Aceito – REEA, nos graus de Aprendiz, Companheiro e Mestre (1º, 2º e 3º graus), estrutura básica da maçonaria simbólica universal.
MAÇONARIA FILOSÓFICA
Além da maçonaria convencional, 1º, 2º e 3º graus, existem os graus filosóficos, que vão do 4º ao 33º grau e compõem o Supremo Conselho do Grau 33 da Maçonaria para a República Federativa do Brasil, com sede no Rio de Janeiro, dirigido por um Soberano Grande Comendador, coadjuvado por Inspetores Litúrgicos baseados em cada uma das Unidades da Federação. Trata-se de uma espécie de “pós-graduação” da maçonaria simbólica. Constituem pré-requisitos para ingresso nesses Altos Corpos: ser Mestre Maçom regular e integrar os quadros de Obreiros de uma Loja maçônica da Grande Loja. Esse aprendizado é desenvolvido em 5 etapas, em Câmaras distintas, assim constituídas:
1. Loja de Perfeição, do 4º ao 14º graus;
2. Capítulo Rosa Cruz, do 15º ao 18 graus;
3. Conselho de Kadosch, do 19º ao 30º graus.
4. Consistório, do 31º ao 32º graus;
5. Supremo Conselho, grau 33º.
No dia 28.11.09 foi instalada no Oriente de Fronteiras a Loja de Perfeição denominada de “ALTO MÉDIO CANINDÉ”, pelo Inspetor Litúrgico Júlio Rodrigues de Brito Filho, da Região Piauí. A novel Oficina, com um quadro inicial de 15 afiliados, será presidida pelo Irmão Manoel Paulo de Melo. Funcionará na sede da Loja “Francisco Tomé da Frota”, que tem como Venerável Francisco Eudes de Sousa. A cerimônia de inauguração foi bastante prestigiada. De Teresina, ali compareceu uma delegação composta dos seguintes maçons, adeptos fervorosos do “filosofismo”: Valdir Carlos da Silva, Antonio Carlos A. dos Reis, Pedro Alexandre de C. Mota, Afrânio Klebe de Brito, Osvaldo Pierotti, Adão Ferreira Ramos, Murilo César M. Pires de Melo, Carlos José de Sousa, Francisco Muniz, Francisco César Lopes, Manoel Pereira da Silva, Antonio Lelis de Sousa, Francisco José da Silva e Antonio Francisco Militão Rufino.
A maçonaria de Fronteiras impressiona pelo senso de organização e pela seriedade dispensada aos postulados e preceitos da Ordem. Merece destaque a participação das damas maçônicas em prol das causas sociais da Instituição, através do Clube das Samaritanas, magistralmente dirigido pela Senhora Maria Enoy de Sousa.

Pesquisadores e doutrinadores, nos diversos campos das ciências, das letras e das artes, por intermédio de suas teses e dissertações, fruto de exaustivos estudos, acabam por estabelecer as chamadas Correntes de Pensamento, que, a respeito de determinado assunto, tanto podem ser convergentes quanto antagônicas entre si, cabendo aos seus seguidores adotar o caminho que lhes pareçam mais adequado, a partir das interpretações exegéticas.
Exegese é a interpretação profunda de um texto bíblico, jurídico ou literário. A exegese como todo e qualquer saber, tem práticas implícitas e intuitivas que, aliada à Hermenêutica, informa e encaminha a filiação do usuário às Correntes ou Linhas de Pensamento, que por sua vez, fazem Escolas.
Hermenêutica, a seu passo, é um ramo da filosofia que se debate com a compreensão humana e a interpretação de textos escritos. A palavra deriva do nome do deus grego Hermes, o mensageiro dos deuses, a quem os gregos atribuíam a origem da linguagem e da escrita é considerado o patrono da comunicação e do entendimento humano.
Na Maçonaria não é diferente. O autor C. W. Leadbeater catalogou quatro escolas maçônicas: a Autêntica, a Antropológica, a Mística e a Oculta (Pequena História da Maçonaria, Ed. Pensamento).
Charles Webster Leadbeater (1847 – 1934), foi sacerdote da Igreja Anglicana e Bispo da Igreja Católica Liberal, clarividente, escritor, orador, maçom e uma das mais influentes personalidades da Sociedade Teosófica.
1. ESCOLA AUTÊNTICA
Preocupada em desvendar as origens e os mistérios da Maçonaria, a Escola Autêntica surgiu em meados do século XIX. Centrou as suas fontes de pesquisas em acervos documentais dos mais remotos tempos e todas as espécies que versassem, de alguma maneira, sobre a Maçonaria, incluindo pergaminhos, atas de antigas Lojas e outros registros esparsos. Se por um lado essa Escola prima pela autenticidade dos fatos, por outro padece de limitações, visto que, àquela época, pouco se escrevia sobre maçonaria. A grande maioria das informações eram transmitidas, oralmente, de gerações a gerações. Pertenciam à Escola dos autênticos, dentre outros, os Ingleses R. G. Gould, W. J. Hughan, G. W Speth e os Alemães J. F. Findel e Wilhetm Begemann.
2. ESCOLA ANTROPOLÓGICA
Esta segunda escola é considerada nova. Tem como foco o estudo da Maçonaria na sua concepção mais antiga. Os antropologistas desenvolvem seus estudos com base no comportamento humano, levando em conta usos e costumes de diversos povos, desde os mais antigos até os mais modernos. Todavia, não limitam seus estudos ao passado. Investigam, inclusive, os ritos iniciáticos de tribos selvagens da África e da Austrália. Integraram essa Escola: J. S. M Ward, Albert Churchward e Bernard H. Springer, todos autores maçônicos. Nessas pesquisas foi detectada a existência de antigos ritos maçônicos entre os árabes.
3. ESCOLA MÍSTICA
Enquanto as duas primeiras Escolas tratam da história, esta terceira Escola do Pensamento Maçônico aborda os mistérios da Ordem sob uma óptica completamente diferente. Estuda a parte espiritual e o desenvolvimento interior do homem. A exegese desta Escola concentra-se na interpretação dos símbolos e no estado de consciência individual. Diz-se que o misticismo é a união consciente com Deus. São Representantes ilustres desta escola os Irmãos A. E. Waite, considerado um dos mais finos e eruditos no assunto, bem como o Irmão W. L. Wilms-hurst, grande intérprete do simbolismo maçônico.
3. ESCOLA OCULTA
Temos, finalmente, a Escola Oculta. Esta perquire o estudo do lado desconhecido da Natureza. Preocupa-se em estudar os poderes naturais inerentes ao ser humano, ainda adormecidos. O ocultista considera de grande importância a prática dos ritos cerimoniais como veículos capazes de fazer baixar a luz divina sobre nós e difundir-se em auxílio do mundo, invocando, para isso, a ajuda dos Anjos, dos espíritos da natureza e de outros habitantes do universo invisível.
A Maçonaria contemporânea, também chamada de convencional ou simbólica, desenvolve todos esses estudos através de Oficinas denominadas de Lojas de Pesquisas, tendo como íncone a Loja “Quatour Coronati”, da Inglaterra, fundada em 1886, considerada, neste sentido, a mais importante do mundo.
Nada obstante, no cotidiano, embora da forma empírica, todas as Lojas maçônicas modernas seguem e professam os ditames dessas múltiplas Escolas do Pensamento Maçônico.
A linguagem simbólica exerce verdadeiro fascínio na comunicação entre os homens. Diversas são as formas e objetivos com que os símbolos de apresentam. Quanto à forma podem ser luminosos, sonoros, gráficos e gestuais.
Exemplo clássico de símbolos luminosos são os semáforos que, de modo imperativo, com a simples combinação de 3 cores básicas (amarelo, verde e vermelho), mundialmente convencionadas, controlam o trânsito das cidades, inclusive das grandes metrópoles, com eficiência e eficácia sobre-humana.
Na moderna comunicação de massas, especialmente na área de marketing, os logotipos e logomarcas desempenham papel fundamental de estímulo ao consumo, com seus apelos subliminares.
Os gestos, por sua vez, são rotineiramente utilizados para expressar os sentimentos, tais como: as palmas de aplausos aos fatos e atos positivos ou as vaias nas demonstrações de repulsa àquilo que desagrada. Um aperto de mão, um abraço e um aceno são gestos simbólicos de afeição.
OS SÍMBOLOS NAS ARTES
Obras do intelecto humano também podem se transformar em símbolos – de um povo ou de uma cidade – como é o caso das Pirâmides, que lembram o Egito, da Estátua da Liberdade, representando os Estados Unidos, da Torre Effel em Paris ou do Cristo Redentor, símbolo da cidade maravilhosa do Rio de Janeiro. No mesmo sentido, no campo das artes plásticas, cita-se o enigmático quadro da Mona Lisa, uma das obras primas de Leonardo Da Vinci, que retrata a beleza da mulher e o Homem Vitruviano, do mesmo pintor, símbolo da simetria básica do corpo humano com o universo.
OS SÍMBOLOS NAS RELIGIÕES
Diz-se que religião, em simplório conceito, é o termo adotado para designar qualquer conjunto de crenças e valores que compõem a fé de determinada pessoa ou de conjunto de pessoas. Cada religião inspira certas normas e motiva certas práticas, com a adoção de símbolos representativos.
A cruz é um dos símbolos humanos mais antigos e é usada por diversas religiões, principalmente a cristã. Em regra, representa uma divisão do mundo em quatro elementos (ou pontos cardeais), como também a união dos conceitos de divino, na linha vertical, e de mundano, na linha horizontal. Citam-se, ainda: O Yin-Yang, símbolo do Taoísmo, composto por um círculo dividido ao meio por uma linha ondulada; uma metade é negra (yin) e a outra é branca (yang), representado o equilíbrio entre as forças positivas e negativas do unierso e a Roda Dharmica, símbolo do Budismo, constituído de um círculo com oito braços surgidos no centro, apontando direções diferentes. Cada um dos braços representa as posturas corretas da Compeensão, do Pensamento, da Fala, da Ação, do Meio de Vida, da Atenção, da Sabedoria e do Ponto de Vista.
A SIMBÓLICA MAÇÔNICA
A Maçonaria contemporânea é uma instituição simbólica por excelência. Suas ações doutrinárias são pautadas na interpretação filosófica e espiritual dos símbolos, tendo como escopo o aprimoramento dos valores morais e éticos do homem. Os Instrumentos de Trabalho, as Constelações Estelares, as Figuras Geométricas, a Numerologia e outras ciências exatas e da natureza, constituem fontes inspiradoras da simbologia maçônica.
O Esquadro e o Compasso, quando entrelaçados, formam o Escudo representativo da Ordem, universalmente reconhecido. Isoladamente ensejam um vasto leque de interpretações. O Esquadro representa, por exemplo, a retidão dos atos a serem praticados pelos maçons, enquanto o Compasso, mediante a faculdade do manejo de abertura e fechamento de suas pernas, serve para traçar o círculo virtual do campo de ação de cada um, tendo presente as aptidões, a capacidade e os limites de exeqüibilidade, legal e moralmente permitidos.
As figuras geométricas do quadrado, do triângulo e do círculo, representando, respectivamente, a matéria, o espírito e o intelecto, em suas infinitas combinações, expressam símbolos de extraordinária riqueza esotérica aos olhos dos intérpretes convenientemente preparados.
Este pequeno ensaio, retratando o fenômeno da força dos símbolos, em suas variadas acepções, tem como propósito despertar o nosso imaginário para uma leitura racional desse mundo emblemático que nos cerca e dela tirar lições que possam contribuir para dias melhores na vida em comunidade, presente e futura.
Todos nós temos um campo energético e interagimos com outras pessoas todos os dias o tempo todo. Ao cruzarmos ou nos relacionarmos com pessoas no trabalho, na rua, no ônibus, no metrô, na escola, em qualquer lugar, nossos campos energéticos se misturam. E com muita freqüência, retemos partículas dessas pessoas que estão na mesma freqüência vibratória que a nossa e isso poderá nos incomodar, cansar, fazer com que nos sintamos carregados e até sofrer de dor de cabeça ou outro mal qualquer.
Por isso, é importante conhecer os rituais dos 4 elementos para que você possa limpar estas energias.
Terra
Descarregue suas energias na terra pedindo que ela receba as energias que não são suas juntamente com as suas que não servem mais. Peça que transforme essas energias em adubo para as novas plantas. A energia deve ser transmutada e receber uma direção, uma utilidade, para não ficar vagando no espaço. Esse ritual pode ser feito caminhando sobre a terra com os pés descalços, deitando-se sobre ela ou gramado, abraçando uma árvore, colocando as mãos diretamente na terra ou mesmo em um vaso de argila e terra.
Água
No banho, mentalize a água levando as energias que não são suas ou que não servem mais e que as transforme em benefício ao próximo. Sempre que interagir com os elementos, solicite que façam o que você quer. Sinta a leveza da água ao retirar de você o que não tem utilidade, seja no banho de chuveiro, no mar ou na cachoeira.
Ar
Acenda varetas de incenso no ambiente que deseje limpar ou harmonizar. Observe a dança da fumaça e aprecie a beleza desta dança de limpeza. Peça ao ar que leve para longe tudo o que não te serve e que transmute essa energia em ventos úteis para alguém. Peça que refresque o seu pensamento e abra os caminhos da sabedoria no seu lar ou no ambiente em que estiver.
Fogo
O fogo é o elemento que traz a transmutação de todas as energias. Ao acender uma vela ou sentar-se em frente a uma fogueira, podemos pedir ao fogo que transmute uma situação que esteja nos causando dor, sofrimento ou incômodo. Por exemplo, você pode pedir que uma situação que esteja lhe causando instabilidade, tensão, ansiedade, seja transformada em harmonia, amor, compreensão, paz etc.
Estes pequenos hábitos já fazem uma grande diferença no dia-a-dia de uma pessoa. Ao praticá-los, você está honrando as forças da natureza e cuidando de sua ecologia interna e externa.
A ORIGEM
A história da humanidade de divide em dois grandes ciclos, ao longo de milhares e milhares de anos de sua existência: o homem natural e o homem social.
A presente abordagem tem como âncora a teoria da evolução racional do intelecto humano. O homem, em seu estado de natureza, gozava de absoluta liberdade, mas por não dominar, ainda, a capacidade plena do discernimento, vivia em permanente estado de luta pela sobrevivência, fato que os historiadores chamam de “guerra de todos contra todos”. Daí, a célebre frase de Thomas Hobbes: "Homo homini lupus", o homem é o lobo do homem. A partir do momento em que esse homem naturalístico começou a descobrir que era um ser racional, detenor de sentimentos e emoções, diferentemente dos outros animais, sentiu a necessidade de conviver em socieade com seus pares, condição indispensável para chegar à paz.
Surge, então, o primeiro grupo social: a Família.
A EVOLUÇÃO
Ressalte-se que a presente teoria evolutiva não nega a existência de um Ente Superior, virtual regente de todas as transformações porque passa a Humanidade. Nese sentido, veja-se o pensamento de Allan Kardec: "Existe Deus para existir o Universo e o Homem”.
Em uma conceituação moderna, pode-se dizer que Sociedade é o conjunto de indivíduos de uma coletividade, sujeitos às mesmas leis e ligados às mesmas características culturais, regidos por um Contrato Social, sob um poder central, legitimado pela vontade da maioria, tendo sempre como objetivo finalístico o estabelecimento do bem comum. Portanto, cultura é o acervo intelectual, espiritual, econômico e moral desenvolvido pelo “sentir”, “pensar”, “criar” e “fazer” dos indivíduos que convivem na Sociedade.
A partir desse amplo Contrato Social, definido por Hobbes, inúmeros “sub-contratos” emergiram em diversos segmentos da Humanidade, assim considerados as Religiões, as Instituições e as Sociedades, sempre tendo como escopo a proteção e a defesa do bem estar e de uma melhor qualidade de vida, presente e futura, tudo aliado à evolução do conhecimento humano.
Cada grupamento, mercê de sua formação cultural e toda Sociedade organizada, elege sua matriz valorativa de padrões comportamentais, quais sejam, os denominados valores humanos, tidos como ideais e justos, tais como: valores morais, valores éticos, valores educacionais, valores espirituais e tantos outros, relacionados com a preservação da dignidade da pessoa humana e com a purificação da alma.
Qualquer desvio de conduta, por parte dos integrantes dessas Organizações Sociais, reflete, negativamente, no alcance dos objetivos colimados.
Conhecer e reconhecer os valores humanos dos membros de determinada Organização, constitui tarefa indelegável daquele que se propõe a liderá-la, sob pena de levá-la ao infortúnio.
A MAÇONARIA
No que tange à Maçonaria, esses desideratos ganham força maior, tendo presente suas características de Instituição eminentemente histórica e humanitária. A propósito, vale invocar a conceituação clássica que diz: “Maçonaria é uma Instituição que tem por objetivo tornar feliz a humanidade pelo amor e pelo aperfeiçoamento dos costumes”.
Atitudes de desamor, de desrespeito, de deslealdade, de ingratidão e de apologia à barbárie, infelizmente ainda recorrentes no seio da Ordem, não merecem guarida e nem podem ser toleradas.
Nesse particular, merece destaque a citação de trecho do Código de Ética dos maçons, que assim se pronuncia: “Não deveis combater somente as vossas paixões e trabalhar pelo vosso aperfeiçoamento, mas tereis, ainda, de combater inimigos da Humanidade, como sejam: os hipócritas, que a enganam; os pérfidos, que a defraudam, os ambiciosos, que a usurpam e os corruptos e sem princípios, que abusam da confiança de seus semelhantes. A estes não se combate sem perigos”.
Registre-se que esses seculares ensinamentos se mostram bastante atualizados, à vista dos desmandos e dos escândalos que diariamente se sucedem em todos os quadrantes da vida social, política e administrativa, tanto do Brasil como além fronteiras, sepultando a ética e a cidadania.
Grassa a impunidade. Fenecem os controles sociais. O velho “Leviatã” está ferido de morte.
Urge que os Super-Heróis migrem da ficção para a realidade.
É hora de chamar o Síndico.
Já se encontra nas livrarias de todo o Brasil “O Símbolo Perdido”, a nova trama do escritor norte-americano Dan Brown. O autor se celebrizou pela publicação do mega-seler "O Código da Vinci", com mais de 80 milhões de exemplares vendidos em todo o mundo. Anjos e Demônios, Fortaleza Digital e Ponto de Impacto são títulos de outras obras do escritor, que mora na Nova Inglaterra (EUA), ao lado da esposa Blythe, pintora, historiadora e colaboradora nas pesquisas do esposo, fascinado por temas que envolvam enigmas e mistérios.
O livro tem como foco os augustos mistérios da Maçonaria Universal. Na abordagem a ficção se confunde com o mundo real. Ciência, tecnologia e os poderes ocultos da mente são ingredientes que compõem o enredo. O simbologista Robert Langdon, personagem criado por Brown, está de volta e integra o elenco de protagonistas dessa inusitada história.
A narrativa é permeada de truncagem em seus diversos capítulos, técnica peculiar ao autor, que prende a atenção do leitor em cada página e o mantém ansioso para saber o que acontecerá no desenrolar da trama, recheado de surpresas das mais inesperadas.
Como pano de fundo, a obra tem o condão de fazer com que Iniciados e Não Iniciados reflitam sobre a universalidade e a potencialidade do conhecimento humano; passado e futuro; revelado e não revelado.
A chave da questão poderá estar na interpretação e na decodificação da simbologia.
Vale a pena conferir, lendo as 489 páginas da brochura publicado no Brasil pela Editora Sextante. Rio de Janeiro, 2009.
Foi realizado na última sexta-feira, 28/11,às 20 horas, na Loja maçônica Frei Caneca nº 14, solenidade elevação de sete maçons ao grau 18. A elevação que concedeu aos maçons honrosas medalhas galgadas com êxito e mérito contou com a presença de vários membros da Grande Loja Maçônica do Estado do Piauí, dentre eles o Inspetor Litúrgico, engenheiro Júlio Rodrigues de Brito Filho; maçons da capital, Coronel César Lopes(Loja Guatimosim 19); Pedro Alexandre (Loja Higino Cunha 1) e Afrânio Kléber, Murilo César e Carlos José da Loja (Loja Independência 25.
Confira os homenageados:
Valdisio Cavalcante de Sousa (Picos) – Loja Frei Caneca 14
Jarbas Nogueira Matis (Valença do Piauí) – Loja Cavalheiros Valenciano 28
João Francisco Batista(Santo Antônio de Lisboa) – Loja Frei Caneca 14
Irani Honório da Silva (Picos) – Loja Frei Caneca 14
Benone Gregório de Carvalho (Santo Antônio de Lisboa) – Loja Frei Caneca 14
Manoel Paulo de Melo (Fronteiras) – Loja Francisco Tomé da Frota 24
Francisco Eudes de Sousa Ribeiro (Fronteiras) – Loja Francisco Tomé da Frota 24
A Loja Maçônica “Luz e Justiça Nº 10, de Piripiri, prepara com esmero, convite para a celebração dos seus 40 anos de fundação no próximo mês de março. Todos os membros da Loja estão empenhados para o sucesso do evento. Serão dois momentos: sessão magna na Loja e outra no clube do BNB. Os piripirienses esperam que a celebração fique marcada na história da maçonaria piauiense.
Será em março do próximo ano, a instalação do Supremo Conselho do Grau 33 do Rito Escocês Antigo e Aceito para República Federativa do Brasil, na capital do Maranhão, São Luís, como parte da celebração de aniversário de fundação. O Soberano Comendador Fernando Rodrigues Torres já solicitou a presença do Inspetor Litúrgico do Piauí, Júlio Rodrigues de Brito Filho e de membros dos Graus filosóficos do estado, naquele evento.
Como acontece nos finais de ano, os trabalhos templários das Lojas são suspensos por um período de 30 dias. É o recesso maçônico. Os trabalhos voltarão a acontecer na segunda quinzena de janeiro. Algumas Lojas planejaram para o início do ano, sessões magnas de iniciação. Em junho próximo tem início ao novo período administrativo das Lojas, com posses de diretorias para mandato de dois anos. As eleições acontecem no mês de maio, isto no âmbito da Grande Loja.
A coluna, “Painel da Maçonaria”, aqui do jornal “Diário do Povo”, com edição nas terças-feiras, o Blog “Maçonaria”, do Portal “180 Graus”, ambos de Teresina, têm registrado diariamente o recebimento de dezenas de mensagens de felicitações de natal e ano novo enviadas através de e-mails de leitores de vários pontos do país.
Esperamos contar no próximo ano com os milhares de leitores e prometemos manter a mesma linha jornalística. Obrigado a todos.
O período é de confraternização. As Lojas maçônicas tanto da capital quanto do interior, realizam momentos festivos para as já consagradas manifestações de confraternizações de final de ano.
No sábado (05), no sítio do procurador de justiça Emir Martins Filho, aconteceu sob clima de muita alegria e descontração a festa dos familiares dos que fazem a Loja “Monges do Tibete Nº 27”, de Teresina. O casal anfitrião, Emir e Neide receberam os convidados com elegância. O Venerável Mestre da Loja, coronel Fernando Miranda e o maçom emérito José Narciso do Monte dirigiram as manifestações através de cerimonial especialmente preparado para o encontro.
Quanto a interpretação daquele momento fraternal coube ao professor Ernâni Napoleão Lima, desembargador José Ribamar Oliveira e o juiz Othon Lustosa.
No perído de 9 a 16 de julho de 2010, a cidade de Belém (PA) se transformará na Capital de Maçonaria brasileira. É que ali se realizará a XXXIX Assembléia Geral da Confederação da Maçonaria Simbólica do Brasil, evento que reunirá as Grandes Lojas Maçônicas regulares dos 26 Estados da Federação mais a do Distrito Federal.
A citada Conferência é composta de 3 grandes blocos:
I – Sessões Plenárias dos Grãos-Mestres;
II – Seminário dos Secretários de Relações Exteriores;
III – Interatividades: conferências, palestras e eventos culturais, com a participação de
maçons em geral e damas maçônicas.
A Grande Loja do Piauí será representada por uma Delegação de 100 participantes, coordenada pelo Maçom Osvaldo Pierotti, obreiro detentor de vasta experiência nesse tipo de empreendimento.
Da programação social, consta visitas aos seguintes pontos turísticos: Basílica de Nazaré, Teatro da Paz, Casa das Onze Janelas, Forte do Presépio, Museu de Arte Sacra, Mercado Ver-o-Peso, Estação das Docas, Polo Joalheiro, Mangal das Garças, Ilha do Mosqueiro, Icoroaci (fábrica da famosa cerâmica marajoara), dentre outros.
O governador Wellington Dias (PT) decidiu ficar no mandato até o final e não mais ser candidato a senador. Você acha que foi uma ideia acertada?
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