No Brasil, segundo dados da ANATEL – Agência Nacional de Telecomunicações –, já são mais de 176 milhões de pessoas que utilizam os serviços da telefonia celular. Um dos serviços mais utilizados por quem usa um telefone celular é o envio de mensagens. O aumento da rede de cobertura oferecida pelas operadoras torna a comunicação via celular mais rápida, segura e com maior alcance.
As empresas perceberam essa excelente forma de comunicação e estão cada vez mais utilizando as ferramentas eletrônicas para o contato com clientes. Os “torpedos” são eficazes, já que praticamente todos os consumidores dispõem de celular.
As mensagens por celular servem para diversas atividades empresariais, como por exemplo: fazer cobranças, anunciar um novo produto, informar o andamento de um serviço do cliente e muito mais. Dependendo da operadora, do plano e das promoções, os envios das mensagens podem custar poucos centavos ou ser até ser gratuitos. Veja alguns exemplos de utilização de mensagens por celular para o relacionamento com clientes:
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Cobrança, transmissão de orçamento e venda podem ser feitas por mensagens do celular
Lembro que para utilizar a ferramenta de comunicação através de mensagens de celular é importante ter um banco de dados atualizado do seu cliente. Além de nome, endereço e, claro, o número do celular, tenha sempre informações mais precisas sobre o seu cliente e, por exemplo, o que ele costuma comprar. Reforço que o contato é, quase sempre imediato, e com muito retorno. Boa sorte e até a próxima!
Todos nós já ouvimos dizer que “os detalhes fazem a diferença!”. E se você for empresário, fique atento a este ditado, principalmente quando o assunto é relações comerciais. Os clientes muitas vezes dão muito mais destaque aos pormenores do relacionamento que tiveram com a sua empresa, sejam eles positivos ou negativos. Vou dar aqui alguns exemplos para contextualizar a força dos detalhes e os seus impactos no cotidiano empresarial.
Imagine que um cliente chega a uma empresa e percebe a recepcionista com uma cara de poucos amigos. As cadeiras, na sala de espera, são desconfortáveis. Além de não ter ar-condicionado, o ventilador, já com muito tempo de uso e cheio de poeira, faz um barulho que incomoda a todos. A parede, úmida e soltando o reboco em vários pontos, está cheia de um “grude escuro”, provavelmente das mãos daqueles que insistem em tocá-la. Pior do que isso, a secretária ao anotar a chegada dos clientes, tem que pedir a caneta de alguém, pois a dela não pode ser encontrada diante de tanta bagunça na sala.
O sanitário, ao qual o cliente se dirigiu, não tinha água, mas sobrava um mau cheiro, por ter sido utilizado e não terem dado a descarga. O zelador, que não se preocupa com o trabalho que deve fazer, esqueceu de passar na recepção e a secretária, por sua vez, também não teve o interesse em comunicar o pessoal da limpeza sobre a situação do local.
Na espera, para ajudar a passar o tempo, você quis até ler algo, mas só tinha revista velha. Depois de alguns bons minutos tomando um “chá de cadeira”, o diretor recebe o cliente de forma simpática e dá o encaminhamento necessário ao interesse do consumidor. Contudo, fique ciente, que mesmo tenho sido bem tratado e atendido pelo diretor da empresa citada, o cliente vai partir com uma péssima impressão daquele estabelecimento visitado.
Assim, mesmo que haja um bom produto ou serviço no seu negócio, pense que os clientes “vivem experiências”, mais que compram algo. Qualquer elemento da sua empresa é minuciosamente conferido pelos clientes. É como se houvesse um “check list’ na mente das pessoas que visitam a sua empresa. Elas vão marcando ao lado o bom e o ruim de cada elemento “vistoriado”. Ao final, essas pessoas dão o veredito: “voltam ou não; indicam ou não; falam bem ou mal”.
Mas, falando em detalhes, vou registrar um caso que aconteceu recentemente em uma renomada pizzaria à qual fui com minha família. Depois de comer uma pizza, dirigi-me ao caixa para efetuar o pagamento com meu cartão de crédito. Do local, pude observar três palavras em japonês afixadas na parede. Como sou curioso pela cultura oriental, perguntei ao senhor que me atendia qual o significado dos ideogramas expostos. Ele, com toda boa vontade, disse-me que iria olhar por detrás dos quadros, onde havia um pedacinho de papel com a tradução.
Mas, quando a tela foi descolada da parede, uma barata enorme ali se escondia. Uma decepção para mim, que certamente não voltarei àquela casa de pizzas. O gosto por produtos daquela empresa acabou. Tudo aquilo que vivi de bom na pizzaria se desfez naquele momento. Mesmo que haja uma boa propaganda, aquela imagem da barata vai percorrer um longo tempo na minha mente.
Qualquer empresa que você tenha, cuide dos detalhes. Se é uma oficina mecânica, limpe-a. Entregue o carro quando prometido. Peça o seu mecânico para ter mais cuidado com a higiene pessoal. Cuide da mesa do seu escritório. Retire aquela porção de fotos da família, geralmente colocadas por debaixo de um vidro. Melhore o aspecto da planta da entrada de sua sala etc.
Se o seu negócio for um mercadinho, mesmo que seja na periferia da cidade, organize-o. Por mais simples que sejam seus clientes, eles merecem respeito e um bom ambiente. Portanto, indique preços; ilumine os espaços, retire as frutas podres das gôndolas etc.
Aproveitando o exemplo que citei da pizzaria, se eu tivesse um restaurante, estaria sempre cumprimentando meus clientes nas mesas e os convidaria para conhecer a cozinha. O ambiente seria limpo e higienizado. Aliás, você já viu alguma placa convidando o cliente à entrar na cozinha de um restaurante? Sem dúvida, passar credibilidade em relação a higiene é um detalhe que conquista qualquer tipo de cliente, sobretudo o que frequentam empresas da área de alimentação.
Independentemente da atividade, repito: os detalhes fazem a diferença. Bem, agora é com você. Veja o que você pode melhorar na sua empresa. Muitas vezes, só água , sabão e esforço físico transformam o ambiente, sendo capaz de atrair mais clientes ao seu empreendimento. A lucratiividade também se encontra nos detalhes. Boa sorte e até a próxima.

No Japão, os visitantes são recebidos na porta das empresas
Você sabe receber visitas em sua empresa? Quando você agenda com uma pessoa para ir até o seu empreendimento, como você prepara o momento e o local? Você conquista outros colegas de trabalho para dar o melhor ao seu visitante? Na sua opinião, que tipo de impressão o seu visitante tem ao sair da sua empresa? Ele sai encantado ou desencantado? Ou quem sabe, ele pensa apenas que você só faz a sua obrigação e nada mais?
Recentemente, em um curso que eu fiz no Japão, presenciei uma forma de tratar visitas nas organizações que deixou-me boquiaberto. Neste artigo, vou tentar passar uma pouco dessa rica experiência que tive ao encontrar empresários de pequenos, médios e grandes negócios na ilha de Kyushu, a quarta maior região industrial japonesa, localizada no sul do país.
É inquestionável que os empresários japoneses aliam educação e cultura milenar na arte de receber. Em todas as empresas que eu visitei, notava a diferença para a nossa recepção, que, apesar de calorosa, peca em alguns detalhes simples, os quais podemos reverter. Vou concentrar-me na forma oriental de receber e vocês tiram suas conclusões da maneira de lidar com os clientes e parceiros das empresas brasileiras.
Primeira diferença gritante: no Japão, somos recebidos na porta da empresa pelo presidente, diretor ou gerente. Aquele ar do todo poderoso em uma sala, vigiado pela secretária, não existe. Assim, os empresários da Terra do sol Nascente, mostram que estão de olhos bem abertos para as parcerias e a melhor relação com seus clientes. Um olhar e um leve curvasse indicam a reverência aos que chegam. Sem toque de mão, porém com muito carinho nas ações.

Chá verde e bolinho servidos em reuniões
Se vamos à sala de reunião, os empreendedores anfitriões ficam em pé para dar as boas vindas e só sentam quando os visitantes, já sentados, permitem. Em cada posição que sentamos, tem uma xícara de chá (verde), que é acompanhado de algum petisco, que é rebuscado de simbologia. No entanto, só podemos tocar as iguarias quando somos autorizados.
Em nosso caso específico, a mesa da reunião também já dispunha do material impresso, canetas e até algumas lembranças da empresa. Neste caso, nada de novo, mas vale o registro. Assim, a reunião começava e terminava, impreterivelmente, no horário. Já devidamente orientados, nós só falávamos depois de levantar a mão e o empresário anfitrião permitir a nossa verbalização. Nada de fala de todo mundo ao mesmo tempo, o que, infelizmente, é comum por aqui.
Fato interessante de revelar foi uma colega que tentou ser agradável com os demais participantes do curso. Em uma dessas reuniões, ela tirou da bolsa várias balinhas de café e, com um enorme sorriso, distribuiu para as demais pessoas do encontro. Só nós latinos aceitamos, é claro! Resultado: ficou aquele barulhinho de desenrolar papel do bombom que atrapalhava o entendimento daquilo que era dito no momento. Em outra oportunidade, fomos chamados a atenção por nosso coordenador. Que falta de educação, disse ele.
Em todas as indústrias, após esse bate-papo inicial, íamos conhecer o processo de produção das empresas. Todos os funcionários, indistintamente, nos saudavam com um bom dia ou boa tarde. Outro detalhe que tenho que relembrar: o percurso era sempre muito bem sinalizado e, ao longo da nossa caminhada, tínhamos vídeos explicativos com determinada fase do processo produtivo. A limpeza também era impecável.
Ao terminarmos de ver toda a produção, era comum, ao voltarmos para a sala de reunião, na qual deixávamos nosso material mais pesado, como pastas e brindes, encontrarmos uma foto para cada participante. Nela estava registrado o começo de nosso encontro na empresa visitada e um “muito obrigado” em espanhol, língua utilizada em todo o curso.
Quando nos deslocávamos para a porta de saída da empresa, os anfitriões já estavam a postos para dar um “até logo!”. Os empresários ficavam acenando para o nosso ônibus até sumirmos de suas vistas. Guardando as devidas proporções, podemos fazer algo meio termo. Ao menos encontrar o nosso visitante na porta de nosso escritório e deixá-lo no mesmo local que o encontramos inicialmente já estaria de bom tamanho para uma relação maior de afetividade e inteligência.

Empresários dando adeus ao grupo depois da visita
Mas, recordo que logo ao chegar ao Brasil, fui visitar uma colega em uma empresa e, ainda inebriado com a forma de receber dos japoneses, ao terminar nossa conversa, esperei que ela levasse-me até a porta. Que decepção! Eu estava em minha terra novamente e sem as gentilezas que vivi no Japão. Como dizem os céticos nas mudanças: “cultura é cultura e não podemos mudar!” Será mesmo?
Indubitavelmente, temos em todos os estados brasileiros pessoas que são tão cordiais e receptivas quanto o povo japonês que tive a chance de conhecer. Contudo, poderíamos ter mais gente assim. Bem, da experiência que tive até hoje, tenho adaptado alguns detalhes que julgo interessantes para melhorar nossa vida como pessoa e profissional! Aliás, a diferença entre quem faz sucesso e os que não são reconhecidos pelo mercado está nos detalhes! Boa sorte e até a próxima.

Ter meios efetivos de Comunicação Organizacional está no topo das ações prioritárias das empresas que almejam o sucesso. Uma dessas publicações eficazes de fonte de informações para o público interno e até externo é o velho Jornal Mural, que tem sido esquecido nos últimos anos, talvez até por conta da era digital nas empresas, onde colegas de sala não conversam, mas trocam mensagens eletrônicas. No entanto, saber utilizá-lo é mostrar inteligência quando o assunto é divulgação e integração dentro dos empreendimentos.
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Uma das grandes vantagens que o Jornal Mural tem diante de muitas mídias da Comunicação Organizacional é o seu baixo custo, o que é excelente, sobretudo, para as micro e pequenas empresas. Mas, para que haja eficácia, os organizadores do Jornal Mural, de preferência profissionais Jornalistas ou Relações Públicas das empresas, devem estar atentos para o seu planejamento. Pautas definidas; formato, compreendido por títulos chamativos, tipos e tamanhos de letras visíveis; textos curtos; fotos e figuras; boa localização; assuntos interessantes e linguagem acessível são alguns dos cuidados na sua exibição.
Se for o caso, uma pessoa deverá estar permanentemente atualizando e conferindo o local ou locais de apresentação. Infelizmente, é comum vermos jornais murais carregados de muitas informações, os textos enormes, com letras minúsculas e sem imagens ilustrativas e jogados em um canto escuro qualquer da empresa. Desta forma, não ter as precauções mencionados é deixar o seu Jornal Mural sem sua maior finalidade: informar de maneira simples e dinâmica. Friso que a boa programação visual terá impacto positivo ou negativo de acordo com o trabalho executado.
Os responsáveis pelo Jornal Mural devem ter sempre em mente quais os conteúdos que interessam ao seu público-alvo, princípio básico para o sucesso de qualquer meio de comunicação. É o que chamamos de seleção de notícias. Neste aspecto, será necessário identificar qual o grau de leitura do mesmo. Presença de funcionários ou público lendo o Jornal, significa a aceitação ou não do material exposto. Verificar até que ponto as pessoas param e leem as notícias contribui para a análise do Jornal Mural, o que resultará, sem dúvida, em um melhor conteúdo.
Quanto à sua exposição, o Jornal Mural poderá estar afixado em uma parede da empresa, revestida de um espaço delimitado, com tamanho entre 1m e 50 cm de largura por 90 cm de altura. O fundo, de preferência, deve contrastar com as informações apresentadas. Para uma melhor visualização, ele deverá estar à altura do olhar do público-alvo.
Há também uma possibilidade do Jornal Mural ser colocado em uma superfície móvel, o que dará a oportunidade de mudar a posição em determinados período para aumentar a visualização e leitura daquilo que é exposto. Uma boa dica para fazer com que o público pare e leia as matérias é criar temas específicos, como nos jornais impressos diários, nos quais temos os cadernos de política, cidades, esportes e variedades. Assim, pode-se dividir o espaço do Jornal Mural em temas maiores sobre a Empresa e Funcionários.
Essa divisão citada pode incluir matérias que dizem respeito ao mercado da empresa, como o avanço do empreendimento diante da concorrência e suas ações diárias. Também podemos ter notícias sobre cultura, os aniversariantes do mês, o funcionário de destaque, os jogadores campeões da empresa durante o determinado torneio de futebol, as atividades beneficentes no bairro que a empresa está instalada etc.
Não transforme o seu Jornal Mural em um mero “Quadro de Avisos”, onde todos “metem a mão” e não tem uma linha editorial definida. Outro detalhe: crie um nome sugestivo para o seu Jornal. Reforço que um bom local de exposição e temas que dizem respeito ao cotidiano da empresa e funcionários farão do seu Jornal Mural um sucesso. Tomando essas precauções, você terá um bom veículo de comunicação interno com um custo relativamente muito pequeno. Até a próxima e boa sorte!
Você sabia que ter um e-mail (correio eletrônico) é tão importante quanto ter um telefone na sua empresa? Seja micro, pequeno, médio ou grande negócio não ter um contato eletrônico é estar fora do mercado. Infelizmente, mesmo vivendo a era da comunicação rápida, muitos empresários ainda não despertaram para a necessidade do uso de um contato eletrônico. No computador da empresa ou em uma lan house, é fácil e gratuito criar o e-mail, que será uma excelente ferramenta para comprar, vender, divulgar e manter e conquistar clientes.
Conectado à Internet, o empreendedor deverá se cadastrar em algum provedor, como o www.yahoo.com.br, www.hotmail.com; www.gmail.com, www.bol.com.br, dentre outros. Para ser o mais profissional possível, mesmo sendo em um provedor gratuito, ele tem que colocar o nome do empreendimento e não qualquer referência pessoal. Assim, exemplificando, pode ser nomedaempresa@yahoo.com.br.
Uma dica primordial é facilitar o entendimento por parte dos vários clientes da empresa, esquecendo o “_” (underline), números, palavras com duplo sentido ou um nome muito grande. Imagine que você está ao telefone dizendo o e-mail de sua empresa para o seu cliente e entre as palavras do correio eletrônico exista um underline. É capaz da pessoa do outro lado escrever noneanderlainenome@yahoo.com,br. Resultado: seu contato não será estabelecido.
Quanto maior for a dificuldade para a compreensão de seu e-mail, pior será a sua comunicação com o mercado. Pense em nomes curtos e que diga sucintamente a marca da empresa. Também como citei, nada de sentido confuso. Imagine que o empresário tem um pet shop (lojas de animais e produtos afins) e ele estabelece o endereço auau-e-miau@petshop.com.br. Fica estranho, não é mesmo?
Criada uma conta, divulgue o seu endereço eletrônico em todas as peças promocionais. Do cartão de visita ao anúncio no outdoor, será fundamental a colocação do e-mail em tudo que se refere à comunicação organizacional. Mas, atenção! Fique atento para abrir e conferir a entrada de mensagens todos os dias. A não verificação dos contatos pode significar na perda de um grande negócio.
Vale também reforçar que quando o empresário cria um e-mail, a sua empresa estará assinando as mensagens enviadas. Portanto, é salutar verificar sempre o conteúdo escrito. Corrija os erros. Se não tiver certeza daquilo que escreveu, consulte um dicionário. Em nome da empresa, escreva mensagens diretas. Diga o que tem que ser dito. Seja o mais profissional possível. Não crie intimidades.
Lembre-se que o seu e-mail é a sua empresa. Ele servirá como um contato efetivo com o mercado dependendo de suas estratégias. Através de mensagens eletrônicas, rapidamente você conversa com o Brasil e o mundo. Boa sorte e até a próxima!
Você já passou o vexame de receber um cartão de visita de um profissional ou empresário e não ter o seu para retribuir a informação recebida? Mesmo com toda aquela desculpa de que esqueceu o cartão no escritório, saiba que fica muito mal quando o assunto é imagem no mercado. Entre alguém que dá as preciosas informações contidas em um cartão e você que não as disponibiliza, fique certo que o seu cliente vai lembrar de quem ele recebeu os dados básicos para contatar posteriormente.
Um cartão de visita é, portanto, uma ferramenta indispensável nos dias atuais. Cito alguns cuidados que você deverá ter para que esse pedacinho de papel ou outro material qualquer tenha efetividade e seja capaz de atrair pessoas para o seu negócio. Confira:
1 – O seu cartão é a sua imagem. É preciso que tenha o mínimo de qualidade no papel e no formato. Peça um profissional que faça o cartão. Nada de digitar o conteúdo no Word, imprimir em folha de papel A4 e recortar com a tesoura. Isso vai causar-lhe uma péssima impressão diante dos clientes;
2 – Coloque as informações básicas, como: o seu nome e o da empresa, endereço, telefone e e-mail;
3 – Seja criativo na elaboração do seu cartão, mas cuidado para não fazer algo mirabolante, o que levará seu cliente a esquecê-lo ou jogá-lo fora. A dica é fazer algo funcional e moderno ao mesmo tempo, utilizando para isso cores e tipos de letras.
4 – Muitos tamanhos, formatos e cores de letras dificultam a boa visualização dos dados básicos que ele deverá conter. Tem outro erro gritante que percebemos: cores de fundo do cartão que impedem a leitura daquilo que está escrito. Ex: uma tonalidade escura do cartão e as letras na cor azul.
5 – Evite colocar toda a descrição do que a empresa faz. O slogan do seu negócio poderá dizer isso muito bem. Novamente, lembro que é salutar ter o acompanhamento de um profissional da Comunicação para tudo. Decidir o nome da empresa e o slogan são pontos sérios. Caso esse cuidado tenha sido tomado ainda no estabelecimento do negócio, o bom cartão de visita será apenas um reflexo da atenção tomada no passado;
6 – Não polua o seu cartão com imagens. Além de ficar pobre, o tamanho pequeno da imagem nada lhe ajudará na venda de seus produtos ou serviços;
7 – Ao imprimir use o formato padrão. As gráficas já tem o tamanho convencional, que caberá, por exemplo, dentro de um porta-cartão;
8 – Não dê o seu cartão para todas as pessoas que contata. Nem sempre quem o receber vai fazer uso do mesmo. Entregue-o somente para os já clientes ou possíveis novos consumidores. Lembre-se que o seu cartão é um investimento;
9 – Valorize o momento da entrega. Olhe nos olhos do seu cliente e entregue-o. Não dê o seu precioso cartão de qualquer forma. No Japão, por exemplo, o empresário entrega o cartão segurando-o com as duas mãos e com as informações de frente para o interlocutor.
10 – Tenha sempre a quantidade mínima de cartão consigo. Isso evitará constrangimentos como o exposto no início de nosso artigo sobre o assunto;
Com as sugestões repassadas, espero que você melhore os seus contatos comerciais e profissionais. Reforço que tudo no mercado é imagem. O seu cartão de visita faz parte da conquista e manutenção de clientes. Boa sorte e até a próxima.

Merchandising cria uma atmosfera agradável e destaca produtos no PDV
Empresário, como consumidor, em determinadas lojas, você entrou e ficou com uma enorme vontade de comprar tudo. O seu impulso em adquirir determinado produto ou serviço não foi por acaso. Talvez não saiba, mas, quando isso acontece, você está sendo “vítima” das técnicas de Merchandising e Promoção de Vendas.
Você já ouviu falar em Merchandising e Promoção de Vendas? Antes de tudo, saiba que essas duas ferramentas são as mais eficazes da Comunicação Empresarial dentro do chamado Ponto de Venda (PDV). Merchandising é todo o esforço contínuo para dar melhor visibilidade aos seus produtos dentro da empresa. Promoção de Vendas tem tempo limitado e tem como objetivo gerar a comercialização imediata do produto ou serviço.
Como principal ferramenta de Merchandising, temos a “exibitécnica”, que é a técnica de exibir produtos dando destaque aos mesmos. Ela tem finalidade destacar produtos, ambientes e exposições. Para isso, é necessário que o empresário tenha criatividade, originalidade e funcionalidade. Por exemplo, não adianta criar algo mirabolante, como uma pilha de caixas gigante dentro da sua empresa, se vai atrapalhar o espaço físico e impedir o cliente de circular e perceber outros produtos.
Aliado a exibitécnica, o empresário deverá pensar elementos que agregam valor ao que está sendo mostrado como forma de atender dos funcionários, vitrines, som, aroma, iluminação, cores, decoração, uniforme dos funcionários, forma de atendimento dos funcionários, dentre outros. Auxiliam no Merchandising da empresa, ferramentas de comunicação como: móbiles, cartazetes, balões, letreiros, bandeirolas, manequins, banners etc.
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Promoção de Vendas estimula o cliente à comprar determinado produto ou serviço
Já Promoção de Vendas, como o próprio nome está dizendo, tem como objetivo maior promover vendas imediatas. Assim, para pensarmos a diferença entre Merchandising e Promoção de Vendas, podemos pensar que o primeiro cria uma imagem na mente do cliente, sendo, portanto, contínuo. Já o segundo estimula seu cliente a comprar no momento em que olha para o produto. Se você coloca uma seta indicando uma redução no preço ou mostrando que ele vai levar dois produtos, pagando apenas um, ali existe uma promoção de vendas.
Como técnicas de Promoção de Vendas, podemos citar algumas, como: concursos, vale-brindes, premiações, ofertas, descontos, liquidações, remarcações, cuponagens, vendas condicionadas, presentes, prêmios, trocas, materiais de apoio a vendas, treinamentos, degustações, demonstrações, peças de PDV, bonificações, brindes, competições, sorteios entre outros. Certamente, você já foi a alguma empresa e ficou estimulado a comprar pelo sorteio que tinha agregado na aquisição do produto. Então, frisando: a Promoção de Vendas faz você levar o produto por mostrar alguma vantagem momentânea.
Fica claro que alguns dos objetivos específicos da Promoção de Vendas são aumentar a rotatividade de um produto, eliminar estoques; induzir novos consumidores à experimentar e à comprar; fidelizar de clientes a uma marca; gerar tráfego nas lojas; aumentar participação no mercado e diferenciar uma marca de seus concorrentes.
Reforço que todas as empresas, sejam privadas ou públicas, pequenos ou grandes negócios e formais ou informais terão que estabelecer técnicas de Merchandising e Promoção de Vendas. Todos os empreendimentos fazem parte de um mercado e devem ser trabalhados de forma estratégica.
Bem, agora pense em sua empresa: o que você pode fazer em relação as técnicas de Merchandising e Promoção de Vendas. Esteja a todo momento pensando o que estabelecer para tornar o seu ambiente mais chamativo e capaz de conquistar e manter clientes. Garanto que de nada adiantará a sua propaganda ser veiculada nos meios de Comunicação ou até se um cliente seu fizer o favor de indicar sua empresa, se quando outro determinado consumidor chegar e não encontrar um ambiente confortável e que estimule a comprar.
Ah... fique certo que o seu concorrente já está pensando e agindo nas áreas de Merchandising e Promoção de Vendas. Ainda duvida? Então, dê uma olhadinha nas outras empresas do seu ramo de atividade. Boa sorte e até a próxima!
Os empreendedores devem ficar atentos às datas comemorativas do ano. Elas são fortes geradoras de negócios É preciso encontrar uma ligação entre aquilo que o empreendimento faz e o dia comemorado. Por exemplo, hoje se comemora o DIA DOS PAIS e os donos de restaurantes inteligentes, que já tem um banco de dados de seus clientes, fizeram contatos prévios com a clientela para chamá-los e reforçar que esses determinados consumidores são importantes às empresas. Ganha o restaurante em venda e em imagem, pois mostra que está próximo ao seu cliente.
Ainda aproveitando a data que mencionei, tantos outros negócios podem se beneficiar do momento festivo, como: loja de venda de carros, sapatarias, jornal etc. Abaixo, relaciono algumas outras datas comemorativas ainda do mês de agosto que devem ser trabalhadas para geração de contatos e negócios:
11 – Dia do Advogado / Dia do Garçon / Dia Nacional do Estudante / Dia do Magistrado.
12 – Dia Nacional das Artes
13 – Dia do Economista
15 – Dia do Solteiro
19 – Dia do Fotógrafo
22 – Dia do Religioso / Dia do Folclore
24 – Dia do Artista / Dia da Escola
25 – Dia do Catequista / Dia do Soldado
27 – Dia do Psicólogo / Dia do Corretor de Imóveis
28 – Dia do Bancário / Dia da Avicultura
31 – Dia do Nutricionista
Agora confira em qual “link” você poderá encaixar a sua empresa e a data comemorada. A partir daí é só criar pontos de convergência entre o seu produto ou serviço com os clientes pertencentes a data. Boa sorte e até a próxima.
O SENAC - Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial - realiza de 21.08 a 11.12, das 08:00 às 11:00 h, o curso CONVERSAÇÃO EM ESPANHOL, que é destinado aos interessados em aprender a segunda língua mais falada no mundo. A professora do curso será Marta Mestres Pares, que é nativa da Espanha.
Segundo Régis Luiz, do setor de Comunicação e Marketing do SENAC/PI, atualmente falar Espanhol é tão importante quanto ter conhecimentos do idioma Inglês. “A língua espanhola é a segunda mais utilizada no mundo, sem esquecer que o Brasil faz parte do Mercosul, onde a maioria dos países fala o Espanhol”, afirma.
Régis explica que o curso é voltado para pessoas interessadas em comunicar-se em nível social e/ou profissional. Ele disse que o curso é dividido no módulo básico, intermediário, avançado e conversação. Régis explica que no básico, o participante será capaz de compreender frases e expressões de uso freqüente em situações cotidianas; no módulo intermediário, o aluno poderá interpretar, receber e responder mensagens de maneira lógica e coerente; no módulo avançado, o participante será capaz de travar diálogos, analisar e discutir textos; e no módulo conversação, o aluno se expressará utilizando estruturas complexas da Língua Espanhola.
O investimento é de R$ 190,00, divididos em seis vezes de R$ 31,66. Mais informações podem ser obtidas pelo telefone 3226 8508. O endereço do SENAC é Avenida Campos Sales, 1111 – Centro.

Patrícia Monteiro criou a marca TODAPATY
Formada em Pedagogia e mãe de três filhos, Patrícia Monteiro, natural de Teresina, há dois anos montou um ateliê para confeccionar bolsas e viver da renda de sua produção. A marca já nasceu um sucesso. Ela escolheu o nome TODAPATY, que agrega dois conceitos: estilo e bom gosto.
A empreendedora lembra que o interesse em montar o seu próprio negócio surgiu quando procurava bolsas com um toque diferente no mercado local. Da necessidade de cliente para a abertura de um empreendimento foi tudo muito rápido. A ideia deu certo e hoje a empresa segue conquistando mercado e gerando emprego e renda na capital piauiense.
A empresa já emprega três pessoas e, em um futuro próximo, segundo Patrícia, seu negócio deverá contar com mais gente na produção, pois a demanda é cada vez maior. “A TODAPATY fabrica atualmente entre 300 e 350 peças por mês, o que ainda é pouco, porém algumas bolsas são exclusivas.”, revela a empresária. Para a produção, a matéria-prima utilizada por Patrícia é tecido de popeline sintético, camurça, couro, lona, dentre outros.

Bolsas TODAPATY
Patrícia Monteiro disse que a procura por suas bolsas começou a ganhar a clientela quando suas amigas passaram a usá-las e mostrar para as conhecidas, que também se encantavam com o que viam. “Minha bolsa é olhar e gostar e com a propaganda boca a boca a TODAPATY tem aumentado sua produção a cada mês”, afirma.
Mas, de acordo com a empresária, com a utilização do Orkut, uma das várias redes sociais existentes na Internet e que tem ampla aceitação no Brasil, seus produtos passaram a ter mais visibilidade. “Hoje eu vendo para todo o País e gasto o mínimo para isso. Anuncio gratuitamente na Web, adicionando as fotos de minhas bolsas no Orkut da TODAPATY”, esclarece.
Ainda sobre ao uso da Internet, Patrícia disse que suas clientes compram os produtos, gostam e ainda deixam os comentários positivos sobre a mercadoria que adquiriram, o que reforça a credibilidade das bolsas que produz. Patrícia classifica suas bolsas em modernas, irreverentes e criativas. Ela disse que está constantemente pesquisando tendências, cores, matéria-prima e estampas diferentes.
“É necessário está antenada com o gosto das clientes e seus desejos. Pesquiso em revistas, sites especializados e, principalmente, converso com minha clientela para saber o que se procura em determinado momento. Crio e recrio minhas peças. Penso que esse tem sido o principal fato para o crescimento de minha marca”, pontua a empresária.
“Aliei renda, prazer, família e negócio”, acrescenta Patrícia Monteiro sobre a felicidade que tem para tocar a sua empresa. Para ela, investir no que gosta é o primeiro passo rumo ao sucesso pessoal e financeiro. A empreendedora diz que quem acreditar em seu sonho deve arregaçar as mangas e abrir o seu próprio negócio.
A TODAPATY fica localizada no Conjunto Residencial Mocambinho I, Quadra 06, Casa 19. Os telefones para contato são (86) 32242378 ou (86) 94242933.
Desde o dia 24 de maio deste ano, no portal 18graus.com, escrevo o Blog Consultoria Empresarial ( www.180graus.com/consultoria-empresarial ). Em vários artigos e cases de sucesso, o Blog dá dicas para os novos empreendedores e empresas já existentes no mercado.
Em pouco mais de dois meses, o BLOG CONSULTORIA EMPRESARIAL já teve mais 11 mil acessos. O material, publicado diariamente, tem sido uma referência para donos de negócio, gerentes e funcionários, bem como para professores e alunos de faculdades. Abaixo, uma relação dos artigos e cases mais visitados até o momento. Leia os vários temas publicados e aproveite o conteúdo dos mesmos.
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- Amarante: Terra de Da Costa e Silva e da Cachaça Lira
- Sucata e arame se transformam em arte na mão de piauienses
Nos últimos cinco anos, Teresina se transformou em um pólo de produção bolsas e calçados. A estimativa é de que a capital piauiense tenha 250 unidades de produção de bolsas(62%) e sandálias(38%), gerando pelo menos 1.250 postos de trabalho diretos e 3.750 indiretos. Os números mostram que 90% delas são informais.
A produção de bolsas e sandálias atende ao tradicional modelo fabril, resumido em modelagem, corte, montagem, costura e acabamento. Os números apontam que a produção diária em Teresina atinge 10.000 pares de sandálias rasteirinhas e 2.560 bolsas. Os empresários do setor afirmam que a produção local é comercializada em Teresina (lojas do centro e dos shoppings) e na região Norte do País, principalmente nos estados no Maranhão ( interior e São Luis) e no Pará (Belém).
Todos os insumos para a produção das bolsas e sandálias são facilmente encontrados no mercado local, podendo ser adquiridos em pequenas quantidades. Estas são vantagens para quem está se iniciando na atividade com baixa dotação de recursos. Segundo o consultor Ednardo Brito, a matéria-prima, como couro sintético, cola, ferragens, é comprada em revendedores no centro de Teresina, sendo que se houvesse uma cooperativa para compra direta dos fornecedores melhoria a competitividade no quesito preço.
Para abrir um pequeno negócio na área de produção de sandálias, onde serão necessários oito pessoas na mão-de-obra, o empreendedor deverá investir cerca de R$11 mil reais em máquinas e equimamentos. Já para produzir bolsas, também com oito funcionários, o capital inicial para a compra de máquinas e equipamentos deverá ser de R$8 mil. Os empresários que forem investir no setor, seja em calçados ou bolsas, ainda terão que ter capital de giro para compra de matéria-prima, bem como estrutura para o funcionamento da produção.
Ednardo Brito lembra que o setor tem carências, como mão-de-obra especializada (produção e design); mecânicos para manutenção de máquinas e engenharia de produção. “A comercialização é feita sob encomenda e tudo o que é feito com qualidade tem mercado garantido”, disse.
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Poty Velho: produtos em cerâmica de excelente qualidade
O Poty Velho, bairro onde nasceu Teresina, tem dois pontos imperdíveis para visitação de piauienses e turistas de outros lugares do Brasil e do mundo. Trata-se do Pólo Cerâmico Artesanal e o Parque Ambiental Encontro das Águas. Os espaços oferecem boas opções para os interessados em conhecer a produção artesanal da capital do Piauí.
Em um total de 25 boxes, o Pólo Cerâmico é uma referência em produtos artesanais em cerâmica. Em um passado não muito distante, os artesãos só produziam jarros, tijolos e filtros. Mas, há quinze anos, depois de um trabalho de inserção de designs diferenciados e uma nova estrutura física, a produção mudou e atualmente o local é o que há de melhor em peças de cerâmica.
Os turistas encontram produtos em vários formatos, tamanhos e cores, como mandalas, vasos, bijuterias, bichos e muitos outros. No entanto, o que mais chama atenção dos visitantes são “As Mulheres do Poty”, que representam o cotidiano da mulher daquele bairro e os “Terços”, que são feitos em cerâmica.
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Quiosque do Parque Ambiental Encontro das Águas
Ao lado do Pólo Cerâmico, na confluência dos Rios Parnaíba e Poty, temos o Parque Ambiental Encontro dos Rios. Além de um centro de recepção ao turista, o Parque tem quiosques que comercializam produtos em madeira e palha. Bolsas, chinelos, caminhos de mesa e uma diversidade de opções em artesanato do Piauí podem ser encontrados. O Parque também dispõe de trilhas para um bom passeio e uma pescaria.
Já os interessados em conhecer de perto os Rios Parnaíba e Poty, o Seu José do Barco, tem a opção de um passeio de dez minutos ao preço de R$ 3,00. No local, o destaque é a representação da Lenda do Cabeça-de-Cuia, cujo principal personagem é Crispim, um jovem pescador, que após matar sua mãe, por não ter uma comida boa para comer, foi amaldiçoado a devorar sete virgens e vive nas águas do Rio Parnaíba.

"A diferença entre um chefe e um líder: um chefe diz, Vá! Um líder diz, Vamos!". Com esta frase de E. M. Kelly, abro uma discussão, que creio ser decisiva em um mundo que a interação é primordial e a comunicação um fator básico para o sucesso ou fracasso de uma empresa. Nesse sentido, surge a figura do chefe ou do líder. De acordo com a atuação dos que comandam um determinado grupo de pessoas, teremos empreendimentos com maior ou menor potencial no mercado.
Assim, pergunto: na sua empresa, você é um chefe ou um líder? Esta reflexão é importante e independe de sua função no negócio e do tipo de empresa, quer seja pública ou privada. Do dono do negócio ao coordenador de uma determinada área do empreendimento, todos devem ter a noção clara de como são observados pelas outras pessoas e de que forma seus “comandos” são aceitos ou não.
É preciso fazer algumas observações sobre o tema. A autoridade do chefe perante a sua equipe de comandados vem do cargo que ele ocupa. Desta forma, ao mesmo tempo em que ele perde a posição hierárquica superior, escapa-lhe também o poder sobre as pessoas que estavam sob sua responsabilidade. Já o líder tem carisma e é seguido pelo que ele representa de força de ideias.
Para ficar mais fácil a visualização, pense em alguém que desenvolveu a musculatura dos braços, ocupando um destaque de força bruta, porém tenha esquecido de “malhar o cérebro”. Se você perder um segundo de sua vida tentando conversar com alguém assim, saberá sobre ao que refiro-me. Esta relação é a mesma que faço entre chefe e líder. O primeiro “malhou” a capacidade bruta de conduzir gente, chegando ao ponto de, em algumas vezes, usar o “chicote da pressão psicológica” para suas imposições. O segundo aglutina interesses e desenvolve suas equipes.
Seja o proprietário da empresa, o presidente, o diretor, o gerente e/ou qualquer outra atividade que se exerça no negócio, há de buscar a liderança nas ações que se faz cotidianamente. Vivemos em pleno século XXI e o paradigma da força em detrimento do diálogo tem que acabar. Infelizmente, em muitas empresas ainda há esse tipo de comportamento.
Friso uma aspecto fundamental para liderar e não chefiar pessoas que é o de proporcionar um clima favorável ao desenvolvimento de ações. Para que isso aconteça, a alegria tem que estar em primeiro lugar no ambiente de trabalho. Líder tem a capacidade de tornar agradável o relacionamento interpessoal de sua equipe. Clima tenso, pesado é sinal de chefia. A boa comunicação, neste caso, é imprescindível. Peter Drucker, uma das maiores referências na Administração Moderna, diz que "Sessenta por cento de todos os problemas administrativos resultam da ineficácia da comunicação."
Conversar com o grupo e buscar soluções conjuntas é criar e fortalecer “equipes”. Você já notou que o chefe é centralizador. Parece que ele faz tudo só. Não existe time somente com o técnico. Se não houver a participação do goleiro, de mais dez jogadores em campo e de outras tantas fora dele com relação ao suporte, não há time vitorioso. Nas empresas o pensamento tem que ser igual. Infelizmente, ainda estamos cheios de chefes nas organizações do Piauí ou de qualquer outro lugar do mundo.
Você percebe que é cada vez maior o número de palestrantes motivacionais durante eventos empresariais, que são oriundos de equipes premiadas no esporte? Bernardinho, técnico de Voleibol, é um bom exemplo. Ele é duro quando precisa e ao mesmo tempo flexível quando há a necessidade de um tratamento diferenciado ao jogador. Resultado: a Seleção Brasileira de Vôlei é campeã e, atualmente, além de técnico, o “coach” brasileiro fatura nas palestras que profere fazendo a relação em esporte e empresa.
Compartilhar o ônus e o bônus é ser líder. Chefes sempre compartilham os momentos difíceis nas organizações, mas os louros da empresa e do mercado guardam para si. Fica realmente complicado liderar pessoas quando não se divide os bons resultados alcançados. Chamar as pessoas da empresa para uma conversa e elogiar em público o trabalho executado é ser inteligente. Certamente, será mais fácil conseguir “voluntários” para o próximo grande desafio.
Delegar poder é outro elemento indispensável aos que buscam a liderança. Líderes creditam nos colegas de trabalho e na sua capacidade. Chefes dificilmente vão compartilhar o domínio de algo, pois há o medo de que alguém seja mais competente e tome o seu posto. Fica estampado a incompetência e a figura do chefe quando alguém da empresa tem esse tipo de comportamento. Por outro lado, o líder confia no potencial que tem e não se sente enfraquecido com a divisão de autonomia.
Em mundo cheio de conexões e onde o relacionamento é ponto decisivo para o crescimento e a vida nas empresas, fique atento ao modo que age perante as demais pessoas de sua empresa. Agora, pare e pense: você é chefe ou líder? Boa sorte e até a próxima.
Você já percebeu que no Blog CONSULTORIA EMPRESARIAL, além de artigos, temos também os casos de sucesso de vários negócios. Mas, agora queremos mostrar muito mais relatos de pessoas de sucesso empresarial. Leia o que preparamos para você, que é empresário e faz a diferença no mercado no qual atua:
O Blog CONSULTORIA EMPRESARIAL dará a oportunidade para o Brasil e o mundo conhecerem a história da sua empresa. Mostre a sua trajetória empresarial de sucesso em nosso Blog. E o melhor é que não vai pagar nada!
Para você ter a sua história relatada no Blog CONSULTORIA EMPRESARIAL, envie-nos um relato digitado e fotos. Ah... capriche nas imagens e conte tudo o que você pensa ser importante. Diga como começou o seu negócio; as dificuldades iniciais; quem trabalhava com você inicialmente; quantos funcionários tem hoje; o que faz de diferente no mercado; por qual motivo o seu produto ou serviço é melhor do que o do concorrente; se faz propaganda; como é o seu ponto de venda etc.
Mas, atenção! As informações enviadas para o nosso Blog serão confirmadas e, se necessário, as reescreveremos como um texto jornalístico. Não esqueça de colocar telefones e e-mails para que possamos fazer contato para esclarecer alguma dúvida.
Um detalhe importante: todos os “cases” que mostraremos no Blog CONSULTORIA EMPRESARIAL terão que ser necessariamente do Piauí. Então, seu espaço está garantido conosco. Vamos mostrar um Piauí Empreendedor. Para enviar as histórias e fotos, escreva para helderdefreitascosta@yahoo.com.br. Estamos aguardando a sua história!

Kélvia, Nina, Diva e Sidney: jovens e empreendedores
Um quarteto que sabe o que quer! É assim que podemos definir o grupo formado por Nina Werg Arraes de Oliveira (22), Diva Brito Silva(21), Kélvia Lustosa Silva(23) e Sidney Wernz Neto(24). Ainda em 2008, as três moças e o rapaz levaram a sério o período que faziam parte da diretoria da “Hominis”, uma Empresa Júnior, do Curso de Secretariado Executivo, do IFPI, e aprenderam a arte da realização de eventos, como congressos e simpósios.
“Em pouco tempo, já éramos encarregados de missas, festivais de bandas e até do Centenário do IFPI”, relembra Sidney Wernz, cheio de orgulho. Ele disse que um dos grandes desafios do grupo foi a realização da Feira Internacional de Robótica, que aconteceu em agosto do ano passado. Wernz comemora o período de aprendizado e da abertura de uma empresa real, a MATRIZ EVENTOS, em janeiro de 2010. “Fechamos dois contratos de formatura para o próximo ano, sendo um para alunos concludentes do curso de Secretariado Executivo e outro de Radiologia”,revela.
Nina Werg, mostrando um sorriso farto, enfatiza que a empresa surge com uma proposta diferenciada. “Queremos não somente realizar eventos, mas também dar assessoria às pessoas que investem todo o seu dinheiro em uma festa, seja para um casamento, uma formatura ou outro tipo qualquer de evento”, afirma Werg.
Para a empresária, o fato da MATRIZ EVENTOS está conectada permanentemente com o seu público, seja través de email, skype ou telefone, é um grande diferencial, pois dá credibilidade ao seu negócio e uma relação próxima para quem nós desenvolvemos o trabalho. A empreendedora comenta que as empresas de eventos massificaram seus serviços e perderam contato com a clientela. “Como uma empresa que faz vários eventos na noite, por exemplo, pode assegurar um serviço de qualidade?”, indaga Nina Werg.

De acordo com Diva Silva, a sua empresa facilita a negociação. Ela exemplifica através da contratação de um casamento. “O contratante pode ficar com diferentes pacotes de nossos serviços, que vão do Dia da Noiva ou do Noivo, a ornamentação da igreja ou ao cerimonial da festa. Mas, se a o cliente quiser, também trabalhamos somente as ideias para todos os momentos da festa que ele quer fazer”, disse.
Já Kélvia Lustosa se mostra entusiasmada com os espaços alcançados até o momento com a MATRIZ EVENTOS. Para ela, o segredo no crescimento e ao respeito que a empresa está conseguindo deve-se ao fato do empenho individual das pessoas da sociedade. “Fazemos cursos e procuramos muito trabalhar com ideias que realmente sejam interessantes para nossos clientes”, disse.
Na divisão das atividades da empresa, Sidney é o cerimonialista, Kélvia fica com a decoração e Diva e Nina fazem a articulação comercial e Marketing. Todos da empresa são unânimes em dizer que a força empreendedora é que move a MATRIZ EVENTOS. “Desde quando estávamos ainda em sala de aula, já tínhamos a vontade de sermos donos de nosso próprio negócio. O fato de existir uma Empresa Júnior foi a nossa sorte. Aliado a isso, tivemos professores comprometidos com o nosso desenvolvimento”, destaca Sidney.
O empresário acrescenta que a MATRIZ EVENTOS já fez uma parceria com profissionais formados no curso de Análise e Desenvolvimento de Sistema, do IFPI, para elaboração de uma homepage. “Teremos uma divulgação efetiva do nosso portfólio de serviços”, diz.
“Não é só pensar que vai dá certo. É fazer dar certo”, exalta Nina Werg, ao falar sobre o fato de serem exemplos para outros jovens que querem montar o seu próprio negócio. Para ela, é preciso estar motivado e acreditar no seu sonho. “O mercado de eventos é concorrido em Teresina, mas a MATRIZ EVENTOS está disposta a conquistá-lo”, conclui Werg.
Os telefones de contatos da MATRIZ EVENTOS - Cerimonial & Consultoria em Eventos são (86) 9970 1112 / 99607480 / 99272015 / 99813555 / 88082783. O e-mail matriz.eventos@gmail.com.br.

Diva Sidney Nina Kélvia
A segunda-feira é sempre dia de recomeço das atividades em sua empresa. Proponho, então, que hoje você faça uma reflexão sobre como anda o seu empreendimento em alguns aspectos que julgo importante. Eles fazem parte de qualquer trabalho consultoria e impactam no resultado do seu negócio. Porém, alerto que é preciso uma análise realista dos pontos que vou enfocar a seguir. Da forma como encarar essa tarefa, ela vai ter mais ou menos resultados. Lembre-se: que você fará o papel do consultor.
Primeiro ponto: vá para o lado externo de sua empresa e examine a fachada do negócio. Olhe como está a parede, o letreiro, as cores, a limpeza, a marca e tudo o mais que influenciar em uma na percepção de sua empresa por parte dos clientes. Saiba que o aspecto externo é o primeiro fator de conquista de novos consumidores e também de permanência de quem já é o seu cliente. Faça os reparos necessários de acordo com as suas possibilidades. Internamente repita as mesmas observações. Descarte o que não será utilizado. Limpe e organize o ambiente.
Segundo ponto: verifique a qualidade, a garantia e o que agrega de valor em relação aos seus produtos ou serviços. Analise como está aquilo que ofertado ao mercado tendo como referência os seus concorrentes. Converse com os seus funcionários, com seus clientes, com seus fornecedores e, se possível, até com os concorrentes para sentir como está a sua competitividade. Relacione quais os pontos fortes e fracos de sua empresa e da sua concorrência.
Terceiro ponto: avalie sua equipe de trabalho. Perceba como estão os seus funcionários no trato e atendimento diário com os clientes internos(quem trabalha na própria empresa) e externos(aquelas pessoas que buscam o seu negócio). Se o clima organizacional interno não for bom, dificilmente os consumidores terão um bom atendimento, o que implicará em perda da clientela. Capacite seus funcionários constantemente.
Quarto ponto: analise como está a sua comunicação com o mercado. Tem cartazes internos? Sinaliza as partes da empresa? Tem e-mail e você o acessa a todo momento? Tem homepage ou utiliza alguma outra forma de anúncio na Internet? Faz algum tipo de propaganda em rádio, TV, jornal, panfleto, boné, camiseta etc? Tem um bom relacionamento com os clientes?(utiliza banco de dados para contatar clientes por telefone ou os visitar? Promove a ida de clientes até a empresa? Verifica qual a opinião dos clientes sobre a sua empresa?)
Quinto ponto: como está a sua margem de lucro daquilo que negocia? Você tem informações precisas sobre os produtos ou serviços que são mais ou menos rentáveis em sua empresa? Existe alguma ferramenta para estabelecimento de preços conforme dados reais de lucratividade? Os preços são determinados de acordo apenas com o valor que pensa que devem ser? Você precifica pensando somente na concorrência ou avalia os seus custos?
Sexto ponto: como está a sua busca por informações que vão te auxiliar na atividade que desempenha? Tem participado de cursos, palestras, workshops ou outros eventos quaisquer do setor? Qual o tipo de leitura que tem feito nos últimos tempos para a sua constante atualização? Fez alguma viagem para adquirir conhecimentos fora da sua realidade local?
Sétimo ponto: você integra alguma entidade que representa o seu segmento? Tem busca a junção dos esforços dos diferentes parceiros do setor? Qual tem sido a sua contribuição para melhorar a sua atividade empresarial?
Sétimo ponto: a sua empresa procura se envolver com as ações que fortaleçam a comunidade na qual ela está instalada? Já fez alguma visita as entidades filantrópicas do bairro para propor algum tipo de ajuda? Sua empresa já promoveu alguma competição para os indivíduos da localidade, como jogos de vôlei, basquete, futebol ou uma corrida de bicicleta? Faz alguma campanha contra o tabagismo ou alcoolismo? Há algum tipo de envolvimento social ou pensa apenas na lucratividade?
Oitavo ponto: cria ações internas para melhorar a satisfação dos funcionários de sua empresa? Existe um ambiente saudável de trabalho? Você promove algum momento de lazer com os seus colaboradores? Faz mensalmente um encontro com os seus funcionários, para um café, por exemplo? Lê algum texto interessante com sua equipe para desenvolver o intelecto e o espírito de equipe?
Nono ponto: Você estabelece metas para a sua empresa? Os seus colaboradores sabem onde a empresa quer chegar? Existe algum documento que mostra os desafios a serem alcançados pelo empreendimento? Há o compartilhamento das questões do sucesso alcançado pela empresa nos últimos meses? Você divide com os seus funcionários as preocupações com o mercado e pede ideias para os momentos difíceis?
Décimo ponto: Após fazer uma criteriosa análise dos pontos aos quais me reportei anteriormente, elabore um cronograma de ações do que já faz e o que precisa fazer. Estabeleça os pontos mais críticos e comece a agir.
Seguindo as dicas passadas, garanto que você será mais competitivo e continuará ganhando mercado. Então, mãos à obra. Boa sorte e até a próxima!
Empreendedores são “entusiastas”. Pessoas entusiastas acreditam em si e no seu trabalho e fazem com que outros sigam as suas idéias. Contudo, não confunda “entusiasmo” com “otimismo”. Entusiastas vão além do otimismo. Indivíduos otimistas são alegres e até estimulam alguém a fazer algo, mas falta-lhes a força para a realização, que é uma dos aspectos fundamentais para o sucesso.
A palavra “entusiasmo” teve origem na Grécia, cujo povo era politeísta, ou seja, acreditava em vários deuses. Três palavras formam o referido termo, que são: “en”(dentro), “theos”(Deus) e “asm”(ação). Consequentemente, os gregos tinham os entusiastas como pessoas que faziam algo porque tinham uma enorme força interior, cuja explicação era provir de uma ou várias divindades.
Diria, então, que os empreendedores tem algo de divino que faz com que estejam interessados na realização pessoal, profissional ou empresarial. Eles realizam algo porque existe a motivação, que é “motivo para agir”. Aliás, você já notou que sempre tem alguém pronto para tentar desmotivar aquilo que está fazendo? As suas ideias e os seus projetos serão alvo constante desse tipo de gente, que tem a inveja nas suas entranhas.
Mas empreendedores não se abalam facilmente. Eles terão sempre o entusiasmo e a motivação, fazendo com que o negativismo não os atinja. Ainda criança, minha mãe já replicava a frase: “só se joga pedra em árvore que dá frutos”. Na simplicidade de sua vida e com o seu valioso conhecimento, ela mostrava-me que a caminhada é árdua, mas tem retorno quando “empreendemos” naquilo que fazemos.
Como na vida pessoal, no mundo dos negócios, os empresários encontrarão muitas mensagens negativas. Da concepção do empreendimento ao cotidiano de suas atividades, alguns vão falar do produto ou do atendimento da empresa sem nunca ter desfrutado do espaço e das pessoas da organização. Outros, por ciúmes do sucesso do empreendedor, vão criticá-lo sem ao menos ter se dado a chance de trocar idéias com o mesmo.
No Piauí e em outros estados brasileiros, é comum ouvirmos críticas maliciosas sobre empresários. Interessante é que as palavras ditas por essas pessoas se reportam à sonegação de impostos e falcatruas para explicar o motivo pelo qual alguém cresce no mercado. Nas entrelinhas desses discursos, percebemos a inveja daqueles que não fazem e só falam mal e, sobretudo, são incompetentes.
Empreendedores estão acima de qualquer comentário pernicioso. Eles vão desconsiderar os invejosos e farão da carga negativa um aliado para o seu desenvolvimento. Quanto menor for o desenvolvimento sócio-econômico e cultural de um país, mais encontraremos gente para falar de gente. Outro dia, vi em um pára-choque de caminhão a seguinte frase: “falar de mim é fácil, fazer o que eu faço é que é difícil”. Pense na simplicidade e, ao mesmo tempo, na verdade que está na frase.
Há algum tempo, escrevia mensagens logo cedo da manhã e as enviava eletronicamente para todo o Brasil, razão pela qual denominei a publicação diária de “Entusiasmo Brasil”. Foi um sucesso e recebia agradecimentos e mensagens de incentivo para continuar escrevendo. Certa vez, em um desses textos acrescentei um pensamento interessante de um autor desconhecido que diz: “Pessoas inteligentes falam sobre ideias; pessoas simples falam de coisas; pessoas medíocres falam de pessoas”.
Empreendedor, seja você um empresário, um professor, um jornalista ou desempenhar qualquer outro papel na sociedade, saiba que vai encontrar sempre alguém para falar do seu trabalho. Não dê atenção! Não deixe que o seu entusiasmo e a sua motivação sejam abaladas. Faça com que a inveja consuma quem a tem. Continue trabalhando sério e honestamente que você encontrará o sucesso! Aja como eu: seja “empreendedor e entusiasta sempre”! Boa sorte e até a próxima.
O SENAC – Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial – realizará, no período de 02.08 a 10.12, das 18:30 às 21:30 h, o Curso de Inglês Médico. Podem participar médicos, enfermeiros, fisioterapeutas e demais profissionais da área da saúde. O curso, que é especializado e interativo, tem como objetivo abordar o vocabulário, a pronúncia e a fluência , bem como estruturar e capacitar os profissionais de Saúde a compreender a literatura médica mundial.
Regis Luiz, do setor de Comunicação e Marketing do SENAC/PI, disse que, durante o Curso, será utilizado material da Cambridge University, uma das mais importantes universidades do mundo, artigos científicos recentes, recursos audiovisuais e materiais exclusivos. “As aulas são exclusivas, dinâmicas e especialmente preparadas para atender todas as sutilezas do Inglês Médico, explorando desde a terminologia e o vocabulário de cada especialidade até os detalhes da escrita e da fala”, reforça.
O Curso de Inglês Médico é uma excelente oportunidade para quem vai concorrer à Mestrado ou Doutorado na área da Saúde. Os acadêmicos e profissionais da Saúde interessados em participar do curso devem possuir nível mínimo de Inglês, nos níveis básico a intermediário na escrita e fala. Mais informações podem ser obtidas pelo telefone 3226 8508. O endereço do SENAC é Avenida Campos Sales, 1111 – Centro
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Comunicação é tudo no mercado. Pensando nesse aspecto, o Jornalista e Consultor Empresarial, Helder Freitas, criou, desde 2009, uma publicação que reúne as várias empresas de Comunicação do Piauí. Primeiramente, era o Banco de Dados da Imprensa Piauiense. Mas, o documento evoluiu e agora é chamado de BANCO DE DADOS DA COMUNICAÇÃO PIAUIENSE. A publicação é excelente para as empresas que tem interesse em desenvolver sua comunicação eficaz com clientes, fornecedores e parceiros.
Na versão 2010 do BANCO DE DADOS DA COMUNICAÇÃO PIAUIENSE estão inclusos emissoras de televisão e rádio, jornais impressos, revistas, portais e sindicatos da categoria, fotógrafos, agências de publicidade, instituições de ensino superior – com habilitação em Jornalismo e Publicidade – e assessorias de imprensa (pública e privada) e gráficas.
Para receber gratuitamente o BANCO DE DADOS DA COMUNICAÇÃO PIAUIENSE os empresários e demais interessados devem escrever para helderdefreitascosta@yahoo.com.br. A publicação tem mais de 100 páginas e será enviado eletronicamente em PDF. O telefone para contato é (86) 9931 7707.
O SENAC – Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial – oferece o Curso de Pós-Graduação em Criação da Imagem e Styling de Moda. O evento será realizado em 18 meses e tem a parceria com o SENAC de São Paulo. O curso é uma excelente oportunidade para os profissionais que desejam trabalhar com consultoria em moda, já que Teresina é hoje um pólo de produção de confecção e também lança moda no mercado.
O Curso, com 384 horas, visa preparar o profissional para atuar no ciclo de criação de imagem, desde a pesquisa, a definição de projetos e a produção até a sua realização e finalização. Segundo Regis Luiz, da Comunicação e Marketing do SENAC/PI, o curso abordará pesquisa criativa, tendências de moda e comportamento, bem como história, cultura, estética e comunicação e marketing. Luiz disse que o curso propõe a interação com outros campos profissionais como o design digital, a fotografia e as artes plásticas.
Ele explica que o requisito básico para participação dos interessados é o diploma de graduação, atestado ou declaração que comprove que o candidato concluiu o curso e colou grau, desde que mencione a data da colação e devidamente reconhecido pelo MEC (Ministério da Educação e da Cultura).
O conteúdo programático do curso é: Pesquisa e criação em styling de moda; Moda e subjetividade contemporânea; Imagem e marketing de moda; Práticas experimentais de imagem e práticas profissionais de Styling; Pesquisa conceitual e produção de imagem; Semiótica da imagem e comunicação visual; Técnicas e linguagens multimídia; Cultura contemporânea; Metodologia de pesquisa; Projetos de pesquisa em styling de moda; Styling para imagem fotográfica (Styling I); Consultoria de imagem pessoal (Styling II); Styling para Desfile (Styling III) .
O stylist de moda é o profissional que comanda o ciclo de criação da imagem: da pesquisa, concepção e realização do projeto até a chamada pós-produção ou finalização, incluindo etapas de definição estilística e estratégias de criação. O profissional formado neste curso poderá coordenar e assessorar equipes de criação de imagem de moda para desfiles, editoriais fotográficos e compor grupos ligados a trabalhos de visual merchandising, desenvolvimento de produto, criação e design.
Mais informações podem ser obtidas pelo telefone 3226 8508. O endereço do SENAC é Avenida Campos Sales, 1111 – Centro.
Depois de ir algumas vezes a um restaurante de um amigo e não vê-lo nas dependências do mesmo, perguntei a uma das garçonetes por seu patrão. Curta e grossa, ela respondeu-me que “dificilmente ele passava pelo local”. Com o olhar de consultor empresarial, fiquei observando os detalhes da empresa que há tempo tinha como um “case de sucesso”. Para sorte do empresário, o empreendimento ainda se mantinha com um certo público, mas a desorganização já dava sinais de sua presença. Visualmente, fui pontuando alguns problemas.
Uma folha de papel A4 anunciava que não receberiam, naquela noite, duas bandeiras de cartão de crédito. O comunicado estava pequeno demais e, logo em seguida, alguém fixou um outro cartaz (a velha cartolina) com os mesmos dizeres. Nos dois anúncios, as letras escritas à mão, sem alinhamento e com uma péssima caligrafia. Será que se o dono ali estivesse aquele cartaz seria tão mal formatado, mesmo dentro das suas limitações? Será que a empresa, antecipando-se a esse tipo de acontecimento, já poderia ter feito uma comunicação apropriada?
Da mesa na qual estava com minha família, percebi o espaço interno do bar, onde também ficava o caixa. Dentro dele, “pendurado” em um prego, e como se houvesse um saco por debaixo, uma toalha pequena, com sinais de sujeira. Ao seu lado, uma sacola de supermercado cheia de algum tipo de produto. Uma quantidade enorme de saco e papel encontrava-se sobre o freezer. Minha visão foi percorrendo aquele ponto da empresa e verificando quanta coisa fora do lugar. Voltei à perguntar-me: será que se o dono aqui estivesse aquele local estaria do mesmo jeito?
Na área externa do bar, próximo às mesas, uma pilha de caixa de cerveja e de refrigerante. Parecia a construção de um grande prédio. As cores dos engradados davam um colorido especial aquela parede na qual estavam encostadas, parecendo até um arco-íris. Havia tantas caixas que até sumiu da visão dos clientes o anúncio da promoção escrita em um banner. Podíamos ver apenas duas sílabas, que eram exatamente “moção”. Novamente, fui analisando a necessidade do dono da empresa por ali. Será que se ele andasse naquele negócio haveria tanta caixa de cerveja empilhada e à vista dos clientes?
Olhei para a fachada do restaurante e já eram evidentes os sinais de desleixo. A sujeira tomava conta do ambiente. A placa, que outrora era iluminada e saltitante aos olhos dos clientes mais ávidos por uma boa comida, agora estava sem cor e apagada. A pergunta já dava sinal de vida novamente: “Será que na presença constante do dono da empresa ele conseguiria corrigir aquelas falhas existentes?
Mas o ponto principal, que visualizei fortemente a ausência do empresário foi no tratamento e atendimento aos clientes. A garçonete com a “cara feia”, quase que jogou os pratos em cima da mesa. Foi deprimente como ela nos tratou. A comida chegou depois de muito tempo de espera e de alguns refrigerantes quentes, gelados à base de gelo colocados dentro dos copos. E aí mais uma vez questionei-me: será que se o fulano de tal, meu amigo dono desse ponto de alimentação estivesse aqui estaria acontecendo aquilo?
Sai daquela empresa de alimentação com uma tristeza de confirmar a ausência daquele empresário que em outro momento do negócio já tinha sido empreendedor e que agora já não ligava mais para o seu empreendimento. Agora, só gerente tomava de conta da empresa. "Delegar" ações é diferente de "abandonar". Uma explicação dei para aquilo que estava acontecendo com aquele estabelecimento de alimentação: “o dono tinha perdido o amor pela empresa!” ou será que ele nunca a amou e “só tinha uma paixão financeira?”. Uma pena ver tudo o que se passava naquele restaurante.
A história que acabo de contar realmente aconteceu com todos os detalhes aos quais me referi. Dentro de cada uma das atividades que desempenhamos pode acontecer ao similar ao que escrevi. Assim, pense e reflita sobre a sua empresa e/ou sua atividade. A presença constante do líder da empresa motiva e faz crescer o negócio, perpetua a idéia de um bom produto, de um tratamento digno e um atendimento eficaz. Espero que esse amigo reveja os seus conceitos. Aliás, preciso ter uma conversa urgente com ele.
Grandes empresas no Brasil e no mundo, mesmo quando crescem, os seus donos estão por lá, fazendo o que faziam antes. Isso ainda é um diferencial. Imagine um restaurante no qual o seu dono está sempre conversando e ouvindo os clientes e perguntando: “gostou de nossa comida?” ou dizendo: “volte sempre, a sua presença é importante para nós!”.
Boa sorte e até a próxima.

A empresária Alcênia Ribeiro, da FLORICULTURA LI, faz a diferença quando o assunto é manter e conquistar clientes. Sábado passado, eu estava em um restaurante de Teresina, quando recebi de uma jovem um panfleto que trazia a mensagem referente ao DIA DA AMIZADE, a ser comemorado no próximo dia 20 de Julho.
O impresso estimula a compra de flores para a referida data. A ideia não é nova, mas ajuda a vender e fidelizar clientes. Antecipar-se ao desejo dos clientes é agir de forma estratégica. Quanto ao panfleto, a mensagem era:
"O poeta Mário Quintana disse que a amizade é um amor que nunca morre. A gente faz a idéia do porquê. Amigos são como flores. A gente vai descobrindo as características, vendo que cada um tem seu encanto especial e encontrando a melhor maneira de cuidar, para que a amizade tenha sempre uma cor bonita e enfeite a nossa vida. Às vezes, um pouco mais de água, de adubo, colocar ao sol para alimentar o sentimento. Afinal, as pessoas não se encontram por acaso e quando temos a sorte de ganhar uma flor rara que podemos chamar de amigo, é melhor cultivar. Dia 20 de Julho – Dia da Amizade. No Dia da Amizade, a Floricultura Li ajuda você a cultivar as suas."
Um belíssimo texto e um excelente material impresso contribuem para o sucesso dos negócios. Empreender é isso. Boa sorte e até a próxima!

Ivanice Viana
Há treze anos, dona Maria Ivanice Sampaio Viana deixou de fazer artesanato e lembranças para aniversário e resolveu apostar em conserto e costura de roupas. Ela abriu o "IVANICE ATELIÊ". Hoje ela dá emprego a duas costureiras em seu atelier e trabalho para mais duas mulheres, que são terceirizadas e produzem em suas próprias residências.
“Nosso forte é consertar”, afirma a empreendedora, que viu na reforma de peças um nicho de mercado interessante. Ela explica que conserta de tudo, mas o forte é a bainha de calças, que cobra o serviço ao preço de R$7,00 uma, mas se forem duas peças o preço cai para R$10,00. Ivanice diz que, em média, conserta 10 peças por dia.
Já em relação a fabricação, dependendo do tipo de produto, cada costureira produz até 15 por dia. As costureiras confeccionam vestidos, calças e blusas. O design, os moldes e os cortes dos tecidos são de responsabilidade de dona Ivanice, que disse comprar as boas revistas do setor da confecção para auxiliar na decisão das clientes que lhe procuram. “Tenho sempre as publicações da Manequim e Moda Molde, que trazem as tendências e ainda os moldes”, acrescenta.

A empresa gera emprego e renda a duas costureiras
Ivanice Viana argumenta que tem uma boa carteira de clientes. “As peças que produzo são todas feitas sob encomenda e nunca falta trabalho”, diz. A empresária ressalta que tem um caderno para fazer as anotações acerca das informações das clientes. “É o meu banco de dados e também serve para customizar aquilo que faço para meu público-alvo, pois acabo sabendo o gosto de cada uma das clientes”, revela a empresária.
Dona Ivanice diz que a sua empresa vai muito bem. Ela conta que já saiu com sua família do espaço onde hoje é o seu atelier, pois viu que ficaria muito pequeno para ser casa e negócio ao mesmo tempo. Com o dinheiro de sua atividade econômica, Ivanice já construiu uma casa e agora está ajudando a fazer outra. “Ao lado do meu atelier, estou finalizando o local que funcionará também uma lojinha com meus produtos próprios, bem como terá boas marcas que venderei”, diz.
Os interessados em contatar a empresária podem encontrá-la no seguinte endereço: Rua Hugo Napoleão, 1585 – Jockey. Os telefones são: (86) 3233 4063 e (86) 8803 2932.
Político é um "produto" e tem que ser bem "vendido"! Aliás, todos os profissionais deverão conquistar o mercado e com a política não é diferente. A sempre alguém vendendo um produto ou um serviço no campo empresarial. Os candidatos inteligentes percebem isso e capricham na sua marca, outros não.
Época de eleição é um sofrimento, sobretudo na TV, que, na maioria das vezes, os telespectadores que não dispõem de canais fechados tem duas opções: desligar o aparelho ou engolir a mensagem eleitoral até voltar uma programação melhor. Até o dia das urnas, coonvivemos com uma péssima comunicação eleitoral. Pior é quando temos segundo turno, pois vai embora mais dinheiro do contribuinte e, de quebra, nossa paciência se esgota.
Candidatos ruins, discursos horríveis e uma péssima imagem pessoal dos que pleiteiam uma vaga aos postos em questão é o que vemos sempre. Incrível como os candidatos vão ao encontro do povo de maneira desorganizada e sem profissionalismo. Poucos candidatos escapam. Isso é o que não poderíamos ter em um mundo globalizado, sobretudo no tocante ao conhecimento.
Livros, revistas e sites especializados dão as dicas de como se apresentar. A informação é cada vez mais compartilhada. Não tem desculpa para tantos erros. Todos nós sabemos, por exemplo, que a nossa imagem percebida pelas outras pessoas vai ser formada, principalmente, por aquilo que falamos, como nos vestimos e o comportamento que temos diante dos indivíduos que nos cercam. Parece que somente nós sabemos, mas os candidatos ou os seus assessores não.
Cuidado com a roupa que vai usar; com o texto que irá ler; conhecer e entender os problemas de determinados bairros que irá visitar; saber o perfil das pessoas-chave de determinada localidade e os como serão os panfletos que irá distribuir são questões elementares a serem discutidas entre candidatos e seus assessores. Assim, um candidato a determinado cargo eletivo, por mais despreparado que seja, deve ter essa percepção. É o mínimo que podemos esperar de alguém que tem a pretensão em representar o povo em qualquer casa política.
A ausência de profissionalismo pode ser detectada, claramente, no material impresso, que não transmite as idéias dos candidatos. Textos confusos e, algumas vezes, até pejorativos atrapalham o entendimento do eleitor, ávido por uma mensagem que tenha a ver com os seus interesses. E o que dizer dos programas de televisão mal dirigidos, editados e sem transmitir os conceitos principais dos candidatos? Parecem, muitas vezes, programas de humor, pois na falta de ideias, apela-se para o cômico, infelizmente, carregado de mau humor.
As falhas comentadas até agora ilustram a ausência de bons profissionais. Refiro-me sempre ao aspecto “criatividade” primeiro que dinheiro para investir na campanha. Do ponto de vista da Comunicação, de nada valerá uma boa soma de recursos na mão de um candidato se não houver um bom produto (no caso, o próprio candidato) e gente capaz de tocar a sua mensagem política.
É necessário criar uma linha balizadora de todas as ações de contato com os eleitores. Estamos falando de Estratégias de Marketing. Para o sucesso de uma campanha serão fundamentais ações de mercado. Pensar produto, valor percebido (por que alguém votaria no candidato para o qual se trabalha), área de atuação (onde está o seu provável eleitor) e comunicação que será focada(rádio, panfleto, televisão, Internet, visitas etc).
Em qualquer disputa eleitoral entra a necessidade da assessoria inteligente do Profissional de Marketing Político, que reforçará as qualidades dos seus candidatos e tentará diminuir os efeitos dos aspectos negativos. O mercado, portanto, se abre aos interessados em prestar consultoria política. Repito: há muita gente precisando de uma boa assessoria. As empresas do setor devem ficar atentas. Boa sorte e até a próxima!
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A SEMDEC – Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico e Turismo – publicou o PERFIL SÓCIO-ECONÔMICO DE TERESINA. A edição tem 112 páginas e reúne informações importantes sobre a capital do Piauí. O principal objetivo do documento é disponibilizar informações aos interessados em empreender em Teresina.
A publicação facilitará as decisões relacionadas aos investimentos produtivos e sociais, contribuindo para uma melhor alocação dos recursos e, consequentemente, o aumento da geração de emprego e renda e a melhoria nas condições de vida da população teresinense.
No referido documento você encontra dados da Economia de Teresina (indústria; serviços, comércio e agropecuária); Turismo de Eventos e Negócios (capacidade instalada para eventos e de hospedagem; eventos culturais; espaços culturais e comidas típicas); Comércio Interestadual, Regional e Externo; Arrecadação de Tributos Municipais; Infra-estrutura Econômica (consumo de energia, transporte; comunicações); Desenvolvimento Humano (educação; saúde; infra-estrutura urbana); Aspectos Ambientais; Aspectos Físicos (área, relevo, vegetação, recursos hídricos, solos; clima; pluviosidade; Demografia (população e densidade demográfica).
Informações de como obter a publicação impressa pode ser encontrada no endereço da instituição, localizada a avenida Campos Sales, 1292 – Centro. O telefone para contato é (86) 3215 7470. O e-mail é semdec@teresina.pi.gov.br . O PERFIL SÓCIO ECONÔMICO DE TERESINA está disponível gratuitamente no site da Prefeitura. O endereço eletrônico específico da publicação é:
(http://www.teresina.pi.gov.br/portalpmt/orgao/SEMDEC/doc/20100709-336-1461-D.pdf
A Associação dos Tecelões do Bairro Dirceu criou uma marca para ganhar mais mercado
Tecer o fio de algodão e transformá-lo em um produto bonito e rentável é o dia-a-dia de um grupo de 40 pessoas da Associação dos Tecelões do Bairro Dirceu I. A arte, elaborada em 20 teares, vira tapetes, mantas, redes, jogos americanos, passadeira, almofadas, caminhos de mesa e bolsas. A produção, que oscila entre 800 até 3.000 peças, é vendida para clientes de bom gosto e que querem qualidade. O que é produzido tem mercado certo em Teresina e outras parte do Brasil.
Há 25 anos no mercado, a Associação, para se diferenciar dos concorrentes e ter seu produto reconhecido, criou a marca SOL A FIO. O grupo de tecelões, formado por 10 homens e 30 mulheres, já conquistou prêmios, como o da Casa Piauí Design em 2009 e participou de grandes eventos em vários estados brasileiros. “Fomos à feira Mãos de Minas, realizada em Belo Horizonte, e Piauí Sampa, que acontece em São Paulo, e muitos outros eventos”, diz Alcirene Faustino, presidente da Associação. Ela é taxativa em dizer que por onde passam os produtos há uma excelente aceitação.
Produção de rede
Para se ter uma ideia de preços dos produtos da SOL A FIO, os tapetes comercializados variam de R$8,50 a R$220,00. Já as redes são vendidas entre R$50,00 e R$200,00. Na venda a atacado, a Associação dá 20% de desconto. Para dá um colorido de qualidade às peças, os tecelões utilizam a linha colorida de algodão e não mais a antiga forma de tingir. “É mais caro, mas temos mais qualidade”, esclarece Teresinha Lima, que dá apoio à Associação.
Para expandir e divulgar a produção está sendo criado e um site da SOL A FIO. Alcirene Faustino disse que a Associação tem dois pontos de venda em Teresina. Um fica no Centro de Artesanato e outro na própria sede, localizada na Rua João Carneiro, S/N , próximo a Praça Cultural do Dirceu. "Aqui é um lugar agradável e com belos produtos à venda, o que torna o local um dos pontos a serem visitados por turistas em passagem por Teresina", acrescenta a presidente.
“Sou muito feliz por fazer parte da SOL A FIO”, diz dona Raimunda Nonata Alves Ribeiro(46), uma das mais antigas da Associação. Ela afirma que está no grupo desde o começo das atividades de tecelagem e que tudo o que tem veio da renda de sua arte. “Com o dinheiro que ganho tecendo, criei meus dois filhos e compro tudo o que preciso”, comemora.
Os telefones para contato são (86) 3231 7272 e (86)9986 8233.
Produtos de qualidade
Com todos os aparatos tecnológicos existentes hoje no mercado é fácil fazer o registro do que acontece em nosso dia-a-dia. Imagine que há 30 anos ter uma foto da família reunida em um almoço aos domingos seria algo ainda fora das condições normais da classe média. Mas, mesmo com todas essas dificuldades do passado, todos nós temos aquele álbum com a nossa história. Alguns conservados e arrumados e outros nem tanto.
Já os nossos filhos nasceram e o velho papel impresso das fotografias deu espaço ao CD ou pen-drive com fotos. Poucos lembram de imprimi-las. Agora elas estão “postadas” em páginas virtuais como as do Orkut. O tempo mudou e a modernidade nos colocou frente a frente com o que há de mais novo em registro de imagens e áudio. Celular que filma, fotografa e grava áudio, câmeras digitais etc.
Desta forma, todos nós temos amplas possibilidades de fazer o registro de tudo o que nos cerca. Assim, com os empresários não é diferente. Fazer a documentação da evolução dos seus empreendimentos é valorizar e contribuir para o seu futuro.
No cotidiano das empresas acontecem inúmeras mudanças ao longo de sua existência, quer sejam elas físicas ou em relação ao corpo funcional. Galpões são erguidos, pontos de vendas modificados, saem funcionários, novos colaboradores admitidos, propagandas apresentadas ao mercado, clientes freqüentam o negócio etc.
Tudo o que acontece em nossas empresas é história e precisa ser devidamente documentada. Como em nosso álbum de família, seja ele impresso ou virtual, temos que ter o registro. Em determinado momento você precisará dele.
Imagine, por exemplo, que a sua empresa completará 10 anos de atuação. Para esta data, empresário inteligente fará um material promocional, como um folder, contando a vida da empresa na comunidade onde está instalada. Terá um bolo para partir com os melhores clientes, fornecedores e muitos outros convidados. Registrará todos os encontros e falas e também as guardará para a história da empresa. Ele precisará disto também para as comemorações dos 20 anos no negócio e muitos outros aniversários.
Ele vai através daquilo que ficou registrado em imagens demonstrar que o seu negócio cresceu, gerou mais emprego e renda na cidade, que se envolveu com uma campanha de ajuda aos idosos e teve muitas outras ações que impactaram positivamente na sociedade. O material visual é infinitamente mais rico do que somente os acontecimentos narrados em um texto.
Quer outro exemplo interessante? Mostrar o vídeo da evolução da empresa durante a participação em uma feira e todos os seus produtos e serviços ofertados é uma boa dica para quem quer fazer bonito ao estar presente em um evento. O mesmo vídeo poderá ser utilizado para apresentação aos que visitam a empresa e, até mesmo, para os novos funcionários que serão contratados, pois eles terão, sucintamente, os caminhos pelos quais a empresa já passou e quer passar.
Assim, valorize a história da sua empresa! Documente tudo o que puder. Tenha o acervo organizado por evento, data, local do acontecimento e demais informações que forem úteis em sua opinião. Tenho certeza que a sua empresa será mais bem percebida no mercado. Boa sorte e até a próxima!
Senac em Teresina
O SENAC - Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial tem uma extensa programação de eventos para comerciários, empresários, estudantes e até consultores. São vários treinamentos nas áreas da Gastronomia, Informática, idiomas, Artes, Comércio, GEstão, Tecnologia Educacional, Design, Lazer e Desenvolvimento Social, Saúde, Moda e Beleza, Meio Ambiente e Conservação e Zeladoria. Além de cursos presenciais, o SENAC ainda oferta treinamentos por Educação a Distância. Confira, a seguir, algumas das opções em treinamentos presenciais:
Workshop "Consultoria Empresarial: Como Fazer?"
18.07 – 08:30 às 18:00 h
Conteúdo:O consultor empresarial; Fundamentos de consultoria empresarial; Técnicas de apresentação do consultor; Técnicas de negociação; Gestão empresarial; Gestão estratégica nas organizações; Técnicas de consultoria empresarial e Estudo de casos.
Investimento: R$40,00
Curso "Controle Financeiro"
10.08 a 15.09, das 18:30 às 22:00 h
Carga Horária: 100 h
Conteúdo: Finanças Aplicada; Contas a Pagar e a Receber; Controle Financeiro; Aplicativo de Informática.
Investimento: R$180,00 ou 6 x R$30,00
O SENAC está localizado na avenida Campos Sales, 1.111 – Centro. Para outras informações, o telefone é 3226 8508 e o e-mail info@pi.senac.br. Os interessados em cursos também podem acessar o site é www.pi.senac.br .
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Luciana Lima aprendeu sozinha a arte de produzir artesanato
A força empreendedora deve estar em cada uma das ocupações que se faz. Isto é o que pensa a artesã Juliana Sousa Lima(35), natural de Teresina, mas que reside há dez anos em Alto Longá, a 76 km de Teresina. Ela conta que aprendeu a fazer artesanato apenas pela força do seu interesse em realizar algo produtivo e que desse prazer e retorno financeiro.
Juliana é daquelas pessoas que não reclamam do lugar e nem das condições encontradas. “Vou fazendo a minha parte e não me entrego”, exclama a artesã. Há um ano, ela vende sua produção artesanal em um ponto comercial no centro da cidade de Alto Longá. Juliana solta sua imaginação criativa e faz peças em cerâmica, madeira e material reciclado. Ela pinta telhas, que retratam as mais diversas figuras; faz biscuit, com inusitadas formas; e nos quadros mostra diferentes paisagens.

A artesã revela que compra a matéria-prima em Teresina. Ela conta que tem várias opções de produtos para agradar aos seus clientes. Os preços variam de R$2,00 até R$70,00. “O importante é a minha clientela ter bons produtos e valores acessíveis”, acrescenta.
A empreendedora, que tem dois filhos, diz que seu marido é verdureiro. Juliana enfatiza que tem que trabalhar para ajudar nas despesas de casa e também para ser mais produtiva. “Tenho certeza de que com o Festival da Cultura, que acontece no final do mês de julho, minhas vendas vão aumentar e divulgarei ainda mais o meu trabalho”, comemora a empreendedora.
Os interessados em contatar a artesã Luciana Lima podem ligar para o número (86) 8105 5472.
FESTIVAL DA CULTURA DE ALTO LONGÁ
O município de Alto Longá vai realizar, de 24 a 31 de julho, o 2º Festival da Cultura. O evento terá uma vasta programação, como gincana cultural, shows com talentos da terra, concurso de sanfoneiros, competições esportivas, concurso de voz e violão, exposição das belezas naturais e barracas de comidas típicas. A expectativa é que a cidade receba 15 mil visitantes, dentre turistas e filhos da terra que retornam para prestigiar o Festival.

A Prefeitura de Teresina disse que contratou uma nova Qualix, que o sistema de coleta do lixo iria melhorar. No entanto, tem bairro que o carro do lixo está sem passar desde o início da semana. Você está gostando do sistema de coleta de lixo?
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